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6 de julho de 2013

ESTADISTAS, ESPORTES E O PACTO DE UNIÃO - VENDO NELSON MANDELA EM INVICTUS





Nas manifestações das ruas recentes nas ruas e na internet, duas coisas chamaram atenção: a insatisfação presidencial, atual de Dilma Rousseff, que respinga em Lula e FHC, os antecessores. Assim como a anti-euforia de avaliação pelo Brasil campeão na Copa das Confederações e as críticas ácidas sendo sede para a Copa do Mundo. E na revista Época o questionamento quanto a falta de estatura de estadista contra esse acirramento de ânimos.

Foi aí que lembrei do filme “INVICTUS”, tão bem interpretado por Morgan Freeman como Mandela, no qual ele faz um pacto de vitória com o personagem de Matt Damon, para que o campeonato e o título de rugby fosse considerado e conquistado pela África do Sul, não havendo mais as rusgas e rupturas do segregacionismo em dicotomia do  apartheid que outrora dividia negros, brancos e indianos que lá vivem. Ou seja, um estadista que sem ressentimentos unifica na diversidade. E diversificação das diferenças.Sem sectarismos e revanchismos históricos e sociais.

E o rugby sendo posto como forma de trazer aquele patriotismo e dignidade para uma nação que já foi tão dilacerada e dividida no passado. Isso é coisa de estadista mesmo e claro de boa vontade, o esporte veio a reboque disso. Nada de ócio do povo, pão e circo como se falam como na Roma antiga dos Césares. Ao contrário do Brasil em que falta esse carisma de governante e esse clima de união em torno, quem diria o futebol ser tão contestado e o Estado tão criticado.

Uma pena, quem viu o filme e sabe da história real, entende como é bonito isso. No Brasil talvez apenas JK teve um clima de oba-oba em torno e a esperança em Tancredo Neves em 1985 que desmoronou em lágrimas com a frustração de seu passamento em morte. Tanto se sonhou com a democracia pra ficar assim em desilusão político-social. A seleção em Copa aqui deixando de representar nossa capacidade de gerir, competir e vencer?

Não há necessidade de nacionalismo nem caudilhos pai dos pobres, tipo Getúlio Vargas e ditadores disfarçados feito Hugo Chaves e Fidel Castro. O que se precisa é feito magnânimo Mandela: que saindo da prisão veio com conciliação e bons propósitos em um país de fato para todos em progresso. Não em secção, de maioria ou minoria. Pelo bem de todos e até o esporte foi não manipulado, mas utilizado como trampolim ao orgulho que impulsiona um país que se faz com líder querido e povo bem tratado. Um estadista conciliador. 

E uma nação que em projeto e projeção se une em torno disso.


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