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UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!































8 de julho de 2013

DISTANCIADOS AMORES


Primeiro instante de crise de casal:
 um distanciamento de sentimento e querer um ao outro...

DISTANCIADOS AMORES

Mais que a distância, o distanciamento desagrega pessoas afins no afeto:
desmagnetiza a junção dos corpos que se atavam,
descaracteriza a união de almas  que se  amavam,
desnorteia toda relação em que há fulgurantes e nobres sentimentos,
desabona da correlação, que desconexa, desvia-se até desvirtuadamente.

Quem casa quer casa, mas quer união consolidada;
quem ama quer amor, quer essa união concretizada.
Que seria do atacante de futebol com bola sem traves para fazer o gol?
Que seria do amante com seu ardor, sem ambas as partes para fazer amor?
Querenças quebradas em que se questiona o que se quer e o que quer fazer!

Que o amante vai poder fazer para se consolar, conformar, contrabalançar,
que satisfaçam seu âmago necessitado de dar e ter afago e afeto, a até bolinar.
Que esteja disponível, disposto, pronto, portentoso.
Que o que ele almeja com anseio é o dificultoso ou inalcançável  universo,
que envolve o ente amado e querido distante ou distanciado!

Quando na busca sôfrega do amor mais profícuo e profundo,
a distância ou o distanciamento distam da correta correlação.
Pois castram  e frustram o frenético desejo bem premente,
levando-se assim  até a carência, comoção, inquietude, martirização.
Que trazem até um travo que trava o prazer maior de viver e existir.

O que buscar e fazer então?
Em outros pratos comer?
Em outras fontes beber?
Em outras frontes e frentes obter?
Como Werther de Goethe ficou e fez é que não é aceitável acontecer...

É um impasse, é um infortúnio.
è um incomodo, é uma inarmonia,
a se confrontar e enfrentar com resolução pela solução:
seja a continência, a conformação, a continuação a tolerar;
seja o desmembramento, a secessão, a cessação a corroborar.


Mas o que é melhor? De novo a antiga confluência de corpos &almas:
que se reúnem, reunificando os destinos comuns;
que se reintegram, restabelecendo uma firme união;
que se reconstituem, restaurando nato relacionar íntimo;
Que se revive , renascendo sim de fato todo o amor recíproco.

Mas como fazer? De novo a antiga influência que faz convergir o amor:
que se refaz , recombinando a química do querer mútuo;
que se revigora, reanimando os sentidos e os âmagos no viver;
que se renova, reformando as impróprias formas de um certo conviver;
que se reestrutura, reforçando mais os modos de subsistir e sobreviver.

Eis posto o dilema: que atos e atitudes tomar que o amor está em pauta.

Eis posto o dilema: que fatos  e vicissitudes podem trazer a infelicidade.

      Como dizia Drummond, é preciso amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar,                        [amar?

Amar a quem? 

Amar é preciso...

Mas que seja o amor presente, 

inerente a nós, um mar de amar!

                                                                                                                                  














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