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UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!































1 de março de 2015

RIO 450 ANOS, A CIDADE DAS PAISAGENS E HISTÓRIAS MARAVILHOSAS - PARABÉNS!



Rio 450 anos de história e de histórias – sempre lembrada parte como patrimônio histórico da humanidade, há quem a detrate e diga que nem é mais cidade maravilhosa que sua marchinha símbolo a imortalizou. Digo que apesar de suas mazelas, mais que cidade, é história e paisagem maravilhosa e isso nada e ninguém tira.

Ainda desde sempre o Rio é centro histórico além de econômico, com patrimônio arquitetônico advindo do Rio capital desde antes do Império e do Rio antigo. O Centro da Cidade em especial é especial. Ali na chamada Cinelândia um epicentro de belezas arquitetônicas como Teatro Municipal, Museu de Belas Artes, Biblioteca Nacional, Palácio da Câmara de Vereadores, só faltando o Palácio Monroe que foi destruído inexplicavelmente. E um conjunto arquitetônico moderno!



No centro da cidade um resto de casario do Rio antigo, que outrora foi marcado entre elegância de homens de preto em pleno país tropical e outros da malandragem de outrora. Esse casario é em especial em entre e em torno da famosa Praça Tiradentes e Praça Onze, e por alí o bairro boêmio que ainda tem o burburinho do povo festeiro das noites chamado Lapa. No final há a graça arquitetônica dos chamados arcos da Lapa, em que até bem pouco tempo tinha o bondinho de Santa Teresa, bairro interessante de nível elevado na cidade.



No Palácio da Quinta da Boa vista a história imperial e da República no do Catete a história a república e do presidencialismo, lá Getúlio Vargas governou e se suicidou em comoção nacional. O Paço Imperial onde foi proclamado o dia do Fico. Há tantos outros. Desde quando foi alçada a capital do Brasil em 1763 por Decreto de Marques de Pombal, o Rio foi progredindo, sua expansão maior foi quando a família Real veio pro Rio em 1822, tão bem descrito em livro de Laurentino Gomes e sendo o centro do país em progresso. 






        
Ao transferir a capital pra Brasília, esvaziou um pouco isso, mas seu fascínio urbano e natural e fama internacional não. Muitos acham que somos capital do Brasil sabiam? rs. Viramos sim a capital do Estado do Rio de Janeiro após a fusão da Guanabara como antigo Estado do Rio. Os daqui da cidade são cariocas e do estado interior, Fluminenses, diga-se de passagem.

Uma pena que sendo povo alegre meio irreverente ( e não malandro  e até marginal como apregoam fora ) não sejam mais atuantes na educação de tratar bem a cidade e as pessoas daqui e  que vive ou acolhe os seus migrantes e visitantes que vão ficando. Porém são acolhedores de quem vem de fora, como se diz por aqui são gente maneira, faceira, ainda que muitas vezes galhofeira até por demais.



Aqui floresceu uma espécie de “carioquice” – um jeito de ser e viver. Ainda que sendo cosmopolita, temos de tudo um pouco, até gente séria e sisuda, mas a expansividade se fez marca aqui e a gente que nem é tão tão assim se faz carioca da clara como digo em meio a tantos cariocas da gema. Cariocas da gema são alto astral por natureza ou se fazem assim.



E neste Rio tradicional surgiu o chorinho o mais típico de seus ritmos, e nos carnavais as marchinhas. O samba vindo da Bahia aqui fez aflorar o ritmo mais consagrado do país e as escolas de samba daqui são célebres e celebradas. Ainda mais na grandeza do chamado Sambódromo em meio ao Carnaval. E os blocos carnavalescos que agitam, a rua no período de Momo. Fora o funk, que para mim é um subproduto musical que no entanto faz sucesso na periferia.



Mas aqui teve bossa nova e MPB de primeira de uma turma de primeira linha. E aqui virou centro de shows, um se destaca que é o Rock In Rio mostrando a diversificação cultural estabelecida na cidade, que tem um razoável  amplo número de teatros, cinemas e casas de espetáculos. Uma pena que uma marcante se foi: O Canecão. Outras áreas vierem. Algumas pelo lazer como o Riocentro e Casa da Música da Barra da Tijuca.



Porém um centro chama atenção, e é esportivo: O Maracanã, estádio Mario Filho ( além do chamado Engenhão – estádio Nilton Santos em Engenho de Dentro. Que acima de tudo foi o centro do mundo na final da Copa do Mundo ano passado. Só que a festa aqui são de sues times tradicionais: o Flamengo, o meu rubro negro, time da massa que avassala. O Fluminense é mais de classe média alta, ainda que se ramificou na média comum. O Vasco é popular, ainda que identificado com a colônia portuguesa que foi e é grande no Rio. Já o Botafogo é aquele time de glórias passadas que o fizeram estrela solitária de muitos que não o abandonam como torcida no seu momento difícil atual.




E o Rio é além de mar e sol, de praias ensolaradas e de moças lindas, Copacabana sempre foi sua princesinha seu xodó e atrativo de turistas do país e mundo todo andando em sua orla com calçadas de pedras portuguesas. Ipanema ficou mais famosa ainda imortalizada na canção da garota exaltada por Tom Jobim.  E Leblon tem alto valor por lá, fora Urca, Flamengo , Botafogo e Catete. E o belo Aterro do Flamengo foi planejado arborizado ligando o Centro a Zona Sul. Lá tem o museu do MAM ( de arte moderna ) e o monumento ao pracinha desconhecido ( da segunda guerra mundial ).








E hoje a importância praieira se expandiu pras bandas da Barra da Tijuca com sua classe média mais abastada. Adoro as mais afastadas como Recreio dos Bandeirantes, Grumari, Prainha. Só que sei que Ipanema será sempre célebre pela bossa nova, Tom Jobim e sua garota. A Lagoa Rodrigo de Freitas tem em seu entorno belo um aprazível lugar de lazer, que fica brilhante nos natais com sua árvore de natal imensa. A Zona sul do Rio tem ainda um valor e vigor a mais: residencial e comércio singular. Fora quiosques para jogar conversas fora e dentro depois de muita praia em suas areias finas. Do leme ao pontal como cantaria Tim Maia.








A Baía da Guanabara, nome advindo do Tupi, que equivocadamente já li foi confundida com um rio e por isso teria virado o Rio de Janeiro, por ter sido fundada em janeiro, não é bem assim dizem: eles acharam que era mar e deram o nome de Rio porque na época rio também designava mar, lagoa. Esse baía que tão vasta foi castigada com poluição e é uma pena, pois é bela, nela atravessa a ponte Rio-Niterói, tem uma ilha aprazível de passear a Ilha de Paquetá. E um bom bairro na chamada Ilha do Governador. Bela também são as ilhas Cagarras que se pode ser avistada da praia de Ipanema e do bairro da Lagoa de Freitas.



Temos um Rio bucólico, tem bosques da floresta da tijuca, do jardim botânico, Laje, as Paineiras  e outros parques. Tem a famosa Vista Chinesa em meio a esse verde bonito demais. Fora o já dito Parque da Boa Vista. Na minha região tem o parque do pico da Pedra Branca que já contei fiz minha primeira história pessoal de superação ao subir primeiro ao seu cume na Zona Oeste do Rio, em que se deslumbra uma paisagem além da minha Padre Miguel de origem. Fora o Parque da Serra do Medanha que poucos divulgam.







Dois de seus símbolos são extraordinários, monumento patrimônio da humanidade, uma das sete maravilhas do mundo moderno que é a estátua gigante do Corcovado, Cristo Redentor. Outra o bondinho sobre o morro dois cães, o dito Pão de Açúcar. Em torno uma paisagem deslumbrante reunindo cidade e mar. E ainda há outro monte turístico digno de chamar atenção: o da Pedra da Gávea, com seu ponto de saída de asa deltas e com suas enigmáticas inscrições, que dizem fenícias.






Irrito-me em especial quando falam como se fosse cidade marginalizada - os paulistas que amam incutido vir aqui ao mesmo tempo falam como se saíssemos na esquina e deparássemos sempre com balas perdidas e agressões. Eu já com 5.5 anos de vida aqui, só me deparei com ela na adolescência – e lá tem neonazistas, gente que mata pra não ter testemunhas em crimes, entre outras criminalidades e aqui que jorra? Nem tanto viu!
  
Porém esse ponto nevrálgico incomoda sim, só que é um mal maior das periferias. Que se expandiram quando um governador gaúcho chamado Leonel Brizola que só tinha plataforma política ser presidente e não Governador dessa terra de forma plena encastelou em sua ótica esquerdista equivocada, quando foi complacente populista  com o crescimento desordenado das ditas favelas fazendo a politica  uma família um lote – e que policial tinha que pedir licença pra subir os morros.

Claro que fez com que o poder paralelo dos facínoras aumentasse e a moradia degradada explodisse a olhos vistos no crescimento vegetativo grande da população e da migração – e só agora sendo chamada de comunidades estão melhorando a qualidade de vida das pessoas carentes e não dos marginais do submundo do crime. E que na pacificação feita pelas UPP implementadas quem sabe dia melhores pra nossa gente carente.

E vejam só, hoje com turismo, em especial pelo teleférico no chamado morro do Alemão em Bonsucesso. Vidigal na Zona Sul e Rocinha em São Conrado praia nobre entre Gávea e Barra da Tijuca, hoje são bem visitados pelos turistas quem diria e hoje atraem moradores de recursos baixos, mas nem tanto de classe média baixa! Só que falando assim vamos ficar só a discernir sobre esse ótica? Não vamos falar de coisas boas que ainda o Rio nos evoca?



O subúrbio hoje se expandiu, progrediu apesar de suas dificuldades, e são hoje não só terreno de gente humilde e de escolas de samba. Chama a atenção no Rio os bons bairros da Tijuca, Grajau, Madureira, Bangu, Campo Grande assim na ordem desde o Centro d Cidade onde fica o centro econômico principal, destarte o polo industrial que se expandiu da célebre Av. Brasil que corta o Rio, para o final da Zona Oeste. Padre Miguel onde tem a famosa escola de samba com sua bateria magistral foi onde fui criado e não renego, ao lado da linha férrea de trem que corta os subúrbios zona oeste, norte ao Centro da Cidade.




Rio já foi maior seu progresso econômico, polo de atração de capitais e gentes. Ainda o é de certa forma, não somos a capital da vagabundagem como fora do Rio adoram impingir. Um grande desafio de melhorar é o trânsito e a mobilidade social, em que trens da Central do Brasil e metrô vão lotados e de engarrafamentos nas ruas pra ônibus, carros, vans, motos e caminhões. Tanto que muitos vêm pra cá trabalhar. Apenas que em dias de folgas, feriados, férias temos essa natureza e cidade exuberante pra contemplar e usufruir, fazer o quê né bairristas de Estados? rs.

Nascido há 450 anos por mão e obra de Estácio de Sá em 01/03/1565.

Rio mata, Rio morros, Rio mar, Rio cidade, Rio comunidade. 



Patrimônio da humanidade da UNESCO, cidade universal e tão única.

Rio eu sorrio largo pra ti pelo seu aniversário! Em cenário maravilhoso de se ver!


Hoje é dia dar ao Rio de Janeiro "Aquele abraço"



A Valsa da cidade cantada por quem vem e gosta de ti
como nós cariocas... Muitos vem pra cá e fazem do Rio
sua cidade, sua moradia, um carioca do coração como dizem!


Aqui a valsa da cidade numa versão mais antiga e
com muitas imagens do Rio antigo - interessante de 
ver além de escutar...


E a célebre, celebrada marchinha de André Filho
que virou hino da cidade dita maravilhosa, sempre
encerrou os eventos de carnaval e outros e mais que
tudo nos embala a adorar esse lugar especial de
ser e viver, apesar dos pesares e quem tem muitos alegrares.



  
P.S.
E QUAL HISTÓRIA DO RIO INICIAL, MARCO ZERO? VAMOS RELEMBRAR, PARECE ENREDO DE CINEMA NOVO...





FONTE WIHIKIPÉDIA:

No ano de 1555, o navegador francês Nicolas Durand de Villegaignon se aliou aos índios tupinambás que dominavam a Baía de Guanabara e instituiu uma colônia francesa na região, a França Antártica. A região era evitada pelos portugueses por causa da hostilidade dos tupinambás. A região desenvolveu-se sob o comando de Villegaignon, que planejou construir uma cidade na região. Passado algum tempo, calvinistas que haviam imigrado da França para a colônia regressaram à França, onde acusaram Villegaignon de preconceito contra os protestantes e de má administração. O navegador francês teve de voltar à França para explicar-se.

Na ausência do governador francês, em 1560, Mem de Sá atacou e destruiu o forte francês que se localizava na Baía de Guanabara, o Forte Coligny, sem, contudo, conseguir expulsar definitivamente os franceses da região. Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, que continuaria com o comando da guerra, recorreu à ajuda do chefe dos índios temiminós, Arariboia (que é o termo tupi para cobra-papagaio). Arariboia havia sido expulso pelos franceses de sua terra natal, a ilha de Paranapuã (hoje Ilha do Governador) e se refugiara na Capitania do Espírito Santo, onde se aliou aos portugueses e os ajudou a expulsar invasores neerlandeses. Arariboia aceitou o pedido do governador para ajudar os portugueses a expulsar os franceses da Baía de Guanabara, na esperança de reconquistar a ilha-mãe.

Persistindo a presença francesa na região, os portugueses, sob o comando de Estácio de Sá, desembarcaram num istmo entre o Morro Cara de Cão e o Morro do Pão de Açúcar, fundando, a 1 de março de 1565, a cidade de "São Sebastião do Rio de Janeiro". Uma vez conquistado o território, em uma pequena praia protegida pelo Morro do Pão de Açúcar, edificaram uma fortificação de faxina e terra, o embrião da Fortaleza de São João.

A expulsão e derrota definitiva dos franceses e seus aliados indígenas, no entanto, só se deu em janeiro de 1567. A vitória de Estácio de Sá, subjugando elementos remanescentes franceses (os quais, aliados aos tamoios, dedicavam-se ao comércio e ameaçavam o domínio português na costa do Brasil), garantiu a posse do Rio de Janeiro, rechaçando, a partir daí, novas tentativas de invasões estrangeiras e expandindo, à custa de guerras, seu domínio sobre as ilhas e o continente. A povoação foi refundada no alto do Morro do Castelo (completamente arrasado em 1922), no atual Centro da cidade. O novo povoado marcou o começo de fato da expansão da cidade.

Durante quase todo o século XVII, a cidade acenou com um desenvolvimento lento. Uma rede de pequenas ruelas conectava entre si as igrejas, ligando-as ao Paço e ao Mercado do Peixe, à beira do cais. A partir delas, nasceram as principais ruas do atual Centro. Com cerca de 30 000 habitantes na segunda metade do século XVII, o Rio de Janeiro tornara-se a cidade mais populosa do Brasil, passando a ter importância fundamental para o domínio colonial.

Essa importância tornou-se ainda maior com a exploração de jazidas de ouro em Minas Gerais, no século XVIII: a proximidade levou à consolidação da cidade como proeminente centro portuário e econômico. Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede da colônia de Salvador para o Rio de Janeiro, só perdendo essa condição de capital do Brasil em 1960 com a transferência da capital para Brasília por JK.







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