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UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!































21 de dezembro de 2013

NO ROCHEDO DO RECREIO DOS BANDEIRANTES - LEMBRANÇAS DE VERÕES COMO UM MENINO DO RIO


Subindo rochedo em Recreio dos Bandeirantes – houve tempo que ali era o point de subir-e-descer com desenvoltura que hoje olho e vejo como tinha essa pré-disposição de fazer!

Um ponto em que o Recreio se divide em dois, de um lado onde há a Barra em fronteira bem além, com mais ondas revoltas e altas, do outro em direção ao Pontal, Prainha e Grumari, mais calmas.


Mas o gosto ali era escalar o montículo. E ver a praia toda com maior horizonte de visão. Era um quê de aventura e ventura de viver o verão. A vida que pulsava em tentação na enseada.

No inicio, a curvatura é bem íngreme – e quem diz que haveria qualquer temor da vertigem da queda? Muita gente nova fazia na maior, era só mais um deles. Alguns saltavam ao mar.

Lógico que longe vai ser um desafio para quem escala Montanhas e Cordilheiras colossais. Que não se desmereça porém: nem todos tinham esse ímpeto impetuoso na pedra escorregadia em geral.


Um dia houve uma queimada lá perto do cume e fui eu lá apagar – ninguém soube desse gesto voluntário, não de herói, mas de indignação contra o fogo desnecessário a natureza.

E assim era mais esse lance de vida de rapaz do Rio em praia cheio de fôlego, hoje tão abandonada no adulto que ficou. 

Mas, essa intrepidez audaz eu não esqueço jamais. Fez parte de minha juventude em sua mais completa plenitude!



Lembranças de solstícios de verões passados na subida de rocha do Recreio 
- sol e calor dos anos 70 e 80 e que parecem que foi bem ali anteontem!

Em que pegando bronze, mergulhando em ondas, escalando
o monte rochoso, outrora me fazia meio que o menino do Rio!









16 de dezembro de 2013

TECLAS QUE NOS TOCAM - UM PIANO - DE MINHA MÃE - O PIANO - DO FILME




Um piano. O piano.

Parece sutil forma de Diferente grafia.

Entretanto E Parágrafo distinguir hum de Verdadeira Existência de Outro da ficção.

Um Piano falaria o de mamacita, Tirada a foto abaixo DELE Opaco herdamos UMA SUA posse.

O Piano Filme falaria Fazer, Opaco RECENTE revi los de PC quando o vi los Telecine.

Piano: Teclas Que se toca, Teclas Opaco nn tocam.


UM PIANO - DE MAMACITA:

FOI UM Plano de vó para minha mãe desde Menina saber dedilhar piano em cifras suas. Mocinha Que morava los São Cristóvão, Conta Que tomava Aulas com UMA Rigorosa mas de boa índole dona Lili, professora de Piano Como a chamavam na Região . Aos poucos Aprendendo foi, era Vó Maria dada Como artes, ela que Tão Bem pintava Quadros, e quis Por Que Quis aprendesse Filha, norma culta nas famílias de classe média da Época. 

Aprendeu e Feito bicicleta UMA Vez aprendido não esqueceu jamais. Ate Que Certo dia, não se sabe ao Certo quando, adquiriu-se hum de Piano "Schneider" (Alemão) - .. Aqui e Acolá e ela dedilhava O som E a gente ouvia admirava embevecido Fazer de Piano Temperatura Algoritmo de encantador, Sendo o empreendedorismo Percussivo e intimista, Visto OS saraus e Espetáculos minimalistas de pianistas Pelo Mundo.

De Todas tocadas por ela, ainda ecoa "A marcha turca" de Mozart. Mamãe o maestria Fazia com Certa maestria ainda que limitasse esse dom, apesar de capacidade SUA Alem do razoável nada medíocre. ESSES acordes Fazer compositor consagrado, E de hum Envolvimento Opaco nn Traz hum Sentimento indescritível. AO Como Ouvir de novo Pelo pianista abaixo, o Vídeo Trouxe hum Recordação sonora afetiva Opaco baila, de Mãe los Seu ritmo intenso.

Quando eu bem novo, Bem que queria Aprender também: apenas consegui "parabéns pra você", e Como cantigas de roda "marcha soldado", "Cai Cai Balão" e "O cravo e a rosa". Adorava pisar no pedal e repercutir Maior. Nem sei ao Certo Como consegui essa Mínima Proeza sem Estudar nada. Ao Contrário de Minha Mãe Que treinou com Afinco. E além foi, talvez tenha tolhido hum talento Opaco podios Progredir.

Herdamos esse piano. Fica Elemento Parado no Tempo, O Silêncio de seus Filhos e tons geniais. Tão bom Seria da Minha Mãe ainda o dedilhando, Ao Ouvir o Vídeo abaixo, basta fechar os Olhos e a Imaginar Fazendo. Talvez fique emudecido pra sempre e seja uma só Física grata Lembrança. Está ali e como Fosse Só um Mobiliário um Mais. Porém hum Instrumento Quase divino, Cujo som de Mozart o levou AO s eu ápice de apogeu!





  
O PIANO - O Filme.

Quero Aqui Super resumir, NEM UMA Chega Resenha Ser uma, Só hum Comentário.

A Paixão era o de piano Pelo Meio UMA Compensação emocional existencial. Da Personagem emudecida, UMA Tanto deslocada no Meio da Sociedade. Com UMA espirituosa e esperta Filha Parágrafo CRIAR, casa-se SEM sabre Bem com QUEM num canto Remoto da Nova Zelândia, num Lugar Recém-colonizado, Muito Mais afeito AOS Nativos Maoris Opaco Parágrafo Descendentes de europeus. FOI ALGO formal, O Casamento.

O piano ficou relegado n'uma praia Remota Fazer ficaram Opaco local, pertences AO LeVar OS Das Duas Recém-Chegadas. A Filha de Menina de Semper SUA intérprete Parágrafo Que se fizesse entendível los SEUS Gestos com Como Mãos. Ela ficou inconformada de deixarem pra Trás Seu Gosto Pelo Piano e Claro a SUA Localidade: Não simpatia com o Noivo e SUAS agregadas criadas e UMA parente AO parece que.

Ou SEJA, O Filme Trata da Paixão Pelo Piano e los Troca de continuar '' o Tocando, ELA Vai de Encontro AO administrador Opaco o Parágrafo Traz Sua Casa. Na Intimidade, EAO poucos UMA Moeda de Troca foi UMA Sedução gradual, reacendendo outra Paixão Humana: o Querer. Com requintes de Sentimentos. Um Envolvimento poderia gradual Opaco Tão redundar na revolta Fazer Marido AO perceber Que havia Algo Mais Que mera Troca de favores, mas de carinhos ATÉ AO chegar sexo.

Um Filme Que Trata nenhum entanto com Sensibilidade, de UMA persona Feita muda, nenhum Fundo AINDA Mulher e com ESSA Veia Artística. Ao Poder Ambas exercer, deixou UMA ambigüidade de Serviços apenas alguem Que sobrevive Pela Filha. ESTA ali alguem Que Quer Viver, intensas NAS SUAS Paixões. A Seu Piano Música em, ea com a Humana Relação de UMA contida Mulher hum hum Homem.
Só restou AO Marido traído a deixar ir, apesar de ter Feito ato violento Antes AO Perder Como estribeiras, com UMA Traição misturada UMA afeição. Estranho los CERTAS PESSOAS acharem que quando E de forma hum instinto carnal SER revertido PODE. Só Opaco DAI VEM Algoritmo hum Mais. E ASSIM FOI o.  Um Humano apaixonante com viés carnal Alem do fraterna. De Além da Paixão musical AO piano.







Segue hum wihikipédia Resumo DELE Feito Pela, EM ESPECIAL uma sinopse Opaco o descrevem E Depois breve Comentário sobre ...

O Piano  ( O Piano  ( Título no Brasil ) EM  INGLES  E hum Filme  AUSTRALO - franco - neozelandés  de  1993 , FAÇA Gênero  teatro  e Escrito e dirigido Pela neozelandesa  Jane Campion .
O Filme E UM DOS considerado expoentes Fazer  cinema da Década de 1990 .
Com apenas 11 años,  Anna Paquin  se tornou UMA atriz Segunda Mais Jovem um zumbido vencer Oscar , Atrás apenas de  Tatum O'Neal  POR Paper Moon . 
Holly Hunter tocou ELA MESMA de Piano na Maior Parte das Cenas.
Gênero:  Drama
Direção:  Jane Campion

Roteiro:  Jane Campion

Elenco:  Alain Makiha, Alfred Tiaki Hotu, Amber diretor, Anna Paquin, Annie Edwards, Arthur Ranford, Barbara Grover, Bruce Allpress, Carla Rupuha, Christina Harimate, Claire Lourie, Cliff Curtis, Daniel Lunn, Eddie Campbell, Eru Potaka-Dewes, Flynn the Dog, Geneviéve Lemon, George Boyle, George Smallman, George Te Huia, Glynis Paraha, Gordon Hatfield, Graham Kereama Barrett, Greg Johnson, Greg Mayor, Guy Moana, Harina Haare, Harvey Keitel, Holly Hunter, Hori Ahipene, Huihana Rewa , Ian Mune, Isobel Dryburgh, Jason Aranui, Jon Brazier, Jon 

Sinopse:
O piano  retrata a sofrida Trajetória de Ada McGrath, Uma Mulher Que Localidade: Não Fala de OS SEIS Anos de idade e se muda de parágrafo hum Recém-colonizada Nova Zelândia. Em Companhia da Filha, ELA conhece Seu Futuro Marido, com o quali Localidade: Não simpatiza. Para piorar a situacao, o Noivo, Alisdair Stewart, Recusa-se a Transportar o de o piano de Ada, Que é Sua Maior Paixão. Porem, o administrador George Baines, imediatamente Interessado na Mulher, adquire o Instrumento e promete Devolver-lo Caso ELA LHE ensinasse A Toca-lo. Com o tempo, Como OS such Aulas de Piano Vao se tornando Encontros sexuais e Os Dois acabam Descobrindo o verdadeiro de amor.










15 de dezembro de 2013

ROXANE DE CYRANO DE BERJERAC - DE QUANDO MULHER AMADA SE CONQUISTAVA COM CORTEJO POÉTICO


Roxane é a mulher que apreciava um cortejo poético - baseado em Cyrano de Berjerac – assim se pode resumir essa personagem da peça teatral francesa de Rostand. A tal ponto que fiquei espantado vendo a versão cinematográfica com Gerard Depardieu. E vou aos poucos dizer a razão disso comparando com os tempos modernos.


Quem não sabe fique sabendo, Cyrano era um galante cortês que a tal ponto de nobres valores que sendo tão narigudo que é, fez com que um bonito, mas desprovido de saber Cristiano se fazer passar por quem faz versos e elegias ao sopé da sacada da prima que Cyrano era apaixonado platônico mas envergonhado de sua feiúra.


No fundo Roxane, na verdade chamada Madeleine, estava sendo conquistada por essas palavras poéticas sublimes, em admiração profunda. Quando Cyrano falha em certa época nisso e Cristiano não tem o que falar, ela questiona onde está aquele que tinha um cortejo de tamanho esplendor poético, e ficou insatisfeita e inquieta. Há alguém assim hoje?


Um dia com empenho fiz mil versos, mensagens, músicas, edificantes e nem de longe conquistei com gosto com alguém aparente mais sensível sendo preterido por rude mestre de obras e ainda fui taxado de “puro” – ou seja, ficou desatraente dessa forma. O poético, o romântico, o cortejar da forma que era é posto de lado hoje em envolver, coisas de tempos de século XIX.

O tempo passou, será que hoje haveria campo para uma amada na vida real de hoje. Algumas aqui e acolá talvez. Ao final a nossa personagem descobre que era Cyrano quem a conquistava com seus versos, por trás da feiúra de rosto a beleza da alma. O amou no leito de morte dele. Algo quase inimaginável hoje ou quem sabe nem tanto.


Ainda espero uma Roxane da vida – 

que sou dado a dedicar em verso e prosa a musa inspiradora.




 Link para saber da peça completa, inclusive de seu fundo militar nas guerras religiosas na França...

13 de dezembro de 2013

MARINHEIRO MAREANDO AO MAR - PELO SEU DIA


Mareando mar adentro
marujo, não é caramujo que se fecha em si,
mas se abre em leque de opções.
Sai e vai em direção ao mundo ,
que vai a fundo até onde vai atracar
no além do horizonte a vista.

Sai no comboio do envio
Vai no convés do navio.
Com seu uniforme tão branquinho
Como o espumante das ondas.
Vai por terras estranhas estrangeiras.
Muitas vezes  inconsciente sabe-se lá por que e pra que.

Embarcado de meses apesar dos reveses
Que a tempestade marítima pode impor.
Marinheiro se dá por inteiro
Missão pela corporação da marinha
ou qualquer navegação das bainhas
aportando em tão distintos portos.

E assim parecendo desprendido, desapegado
É um agregado que por trás não o faz degredado
Deixa pra trás muitos amores, amigos pátria, seus lugares,
e entes queridos familiares em seus lares.
Por essa ventura de aventura de conhecer navegando trabalhando:
pelos oceanos do planeta ir aos seus recônditos de seus tantos cantos...




12 de dezembro de 2013

ANIVERSÁRIO DUPLO NO PSG - COM POESIA, MÚSICA, HUMOR, MANA E GENTE BOA


Diz aí, diz aí, tem coisa melhor que comemorar aniversário...

Com pessoal com identidade poética musical cultural,

feito família como um recital e sarau? 


Ser recebido por ótimas anfitriãs mentoras do evento
 como Teresa Drummond e Neudemar Sant’Anna?



Poder ouvir o melhor da MPB em sintonia
fina do cantor e seu violão em cada canção?


 Depois de escutar rodízio de tantos bons versos, 
também declamar “dezembros – que nasci e cresci”?




Estar em meu dia ao lado de mana Denise sempre presente,
sangue e carne da gente?
E ainda por cima eu saboreando um Escondidinho de carne seca ela um Caldo verde?

 

 Celebrar com a querida amiga Léa Araripe poetisa, 
uma “vizinha” de aniversário ( dia 9 de dezembro )?




 Poder ouvir tantos versos e melodias
de muitos dos participantes, atuantes?


















Pode se deslumbrar com a harmonia instrumental
balançada de Neudemar?



Rir de se acabar com as tiradas geniais engraçadíssimas 
de um grupo de humor chamado “Trio Patinhas”?





E assim foi ali entre novos e os mais antigos poetas a declamar, faixas etárias e sexos. E Colocar literalmente a camisa do Poeta Saia da Gaveta em que em detalhe de foto eu estou lá entre tantos do mosaico de participantes.







E depois apagar velinha em dupla com todos ali num bolinho básico...










Depois tentar "fingir” de dançar balançado com música de primeira que se tocava...




E assim foi no PSG – Poeta Saia da Gaveta de Dezembro de 2013, dia 10 de dezembro, na Casa do Bacalhau no Méier. Ainda que muitos achem que depois dos 50 anos não se comemora, ora, por que não? Importante é que estamos sãos e salvos, bem na medida do possível, vivos, vivíssimos. 



Um dia como diz Neudemar, tirei “cabacinho” – rsrs – e estreei lá em 2009 vencendo inibições de outrora, depois da dica indicativa do Evento, da “culpada” Lea Araripe, que ainda por cima é sagitariana de quase do mesmo dia e pelo que falou do mesmo ano, vejam só. Existem quase almas gêmeas poéticas viu só?


E assim essa família em forma de grupo acolheu-me como a tantos que lá declamam e cantam. E Até dançam, lá é espaço cultural até pra pintores, além de lançamentos de livros e músicos, para quem que não tem fama, mas tem com certeza forma de qualidade. E fazem com gosto num mundo sem poesia.



E assim, ano após ano, eu que não sou tanto costumeiro de estar, tenho um espaço pra dividir esse gosto ímpar que saem de nossos seres que vêem o mundo de forma literária ou artística.


 E um aniversário assim é a cereja do bolo!

 Parabéns a mim? 

Parabéns a todos nós!