Aqui poderá encontrar reflexão permeada de emoção e racionalidade mescladas, a cerca dos relacionamentos interpessoais, do existencial e da sociedade em geral, em forma de crônicas cotidianas, comportamentais ou poetisadas e poemas voltados ao mundo atual real, assim como sem deixar o lirico no sentimental. emocional e no romântico, muitas vezes.
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CAROS AMIGOS VISITANTES, DEVIDO AO GRANDE NUMERO DE POSTAGENS DE TEXTOS QUE SE VAI FAZENDO, CASO QUEIRAM VISUALIZAR AS POSTAGENS MAIS ANTIGAS, DEVEM SE DIRECIONAR AO FINAL DESTA PÁGINA E CLICAR EM " POSTAGENS MAIS ANTIGAS". OU IR NO LADO DIREITO DO BLOG, VER ARQUIVO DE POSTAGENS MÊS A MÊS DO ANO E CLICAR NO TÍTULO POSTADO E ASSIM PODE-SE VER DIRETAMENTE - DESDE A PRIMEIRA POSTAGEM OU AS QUE EM SEQUENCIA FORAM POSTADAS - EX. OUTUBRO 2010, " AMORES OS MELHORES POSSIVEIS " ( A 1ª ) CLICA EM CIMA E VAI DIRETAMENTE A ELA. AGRADEÇO A QUEM QUEIRA SER "SEGUIDOR" DESTE BLOG E DE MIM E ADMIRAREI QUEM FIZER UM COMENTÁRIO QUE SERÁ SEMPRE DE BOM GRADO. GRATO A QUEM O FIZER, RAZÃO MAIOR DESSE ESPAÇO POÉTICO E REFLEXIVO.
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UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!
Músicas com letras de fossa e poesias de
amores dilacerados fazem sucesso desde tempos.
Mas fico matutando: não é bom cantar e ler
o que foi sucesso?
Escrever e compor o que faz o bem? Muitas histórias lendárias e fictícias de amor acabaram trágicas, como Romeu & Julieta, Abelardo & Heloísa, Tristão & Isolda, Orfeu & Eurídice, entre outras - e daí? Na vida real pode não vir a ser.
Lembro de um dia fui numa churrascaria com
música ao vivo e o cantor falando de que sendo dia dos namorados, iria cantar
músicas ditas românticas, em série. Ao que cantava músicas tristes de
separação. Como assim cara pálida? Acorda!
Ali haviam casais juntinhos como pombinhos,
até então dando certo estando bem aparentemente. Como se identificar com casais
desfeitos das canções?
E que vale ficar evocando o soneto da
fidelidade dando a alguém como que dizendo: tenhamos um infinito enquanto dure.
Preferi sempre o soneto do amor total do mesmo Vinicius. Afinal fala de algo e
alguém que é amante e amigo numa sempre diversa realidade.
Ou seja, o que traz felicidade. E que pode
persistir. Então poemas e letras podem e devem sim celebrar o que está ou pode
dar certo. Ainda que haja as incertezas da vida.
Amor não tem que vir a rimar com dor sempre
necessariamente. Amor com amor se paga e nisso não se apaga, mas se apega. Que
rega com homenagens do amor dando certo ou pode vir dar.
Ser feliz - em constante enamorar, contínuo namorar. Sempre estar por perto e que esse amor deu certo!
Todas na vida temos
que ter objetivos. Quem não os tem? Só não tem quem já morreu em vida. Alguns
se prendem, se perdem no caminho a obter eles. Mas quem não tem algo ou alguém
e vive querendo o melhor para si ou a quem quer dividir no que vem, ao construir,
a conquistar? Ai encasqueta o sonhar querendo objetivando! Planejando certinho
ou indo aos trancos e barrancos.
Mas nem todos na
lida sabem ser objetivos. Esse tem determinação, e determina a ação, cria sua
diretriz, traça seus planos como um cozinheiro frio consumindo de seu prato
quente, um costureiro costurando seus tecidos criando a forma, o formato. Por
mais complexo seja a mais. Muitas vezes depara-se com o difícil e a
dificuldade, mas tem a mentalidade a traçar, não travar.
O mundo no fundo é
dos objetivos. Algumas vezes até ávidos, rígidos, implacáveis, inflexíveis,
enxergam onde se está e aonde querem encaminhar chegar. Em concursos, em
cursos, em concepções concretizadas, em empreendimentos e entendimentos. Até no
amor e amizade não espere nada mais de alguém que se ocupa e preocupa com razão
e resultados e nisso são até meio calculistas realistas. Quem é objetivo não
sucumbe fácil na direção, redireciona se preciso.
Mas quem tem
objetivos sem ser objetivo, pode buscar fazer do seu jeito, tirar do fundo de
si um objetivo com objetividade, ainda que não seja de sua essência. Porque
quem quer chegar a reta de chegada em concretização, não pode se estagnar
achando que tudo se encaixa só por si só. Como diz a canção: “Vem vamos embora
que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Que pode
parecer idealismo, mas está mais pro realismo.
Na linha de ação –
consumação - ter realização.
Na rinha da reação –
mentalização - ser redenção...
TER OBJETIVOS É
PRECISO.
SER OBJETIVO É PRECISÃO.
“Tenha objetivos:
seja objeto de sua transformação. Quem objetiva, sente e faz enreda mais viva a vida em sua formação.” ( Sergio Matos de Souza )
Recentemente
o Banco Mundial diz aumentará a percentagem da população que expandirá rumo a
classe média, fazendo parte dela. Sempre achei que essa devia ser a tendência e
perspectiva das pessoas. Apesar das dificuldades de fazer parte dela, é mais
condizente e conseqüente.
Em
novelas sempre foi comum a diáspora milionários - ricos X pobres -
depauperados. Como não houvesse a saída ao meio. A ambição seria ser rico e
geralmente por meio de falcatruas, maldades ou golpes de baú chegavam como
arrivistas alpinistas sociais.
Sempre
vi pelo subúrbio moças querendo o normal: alguém que como ela estude a um nível
maior, tenha bons empregos de prestigio, ambos se unindo para ser classe média,
de preferência saindo da baixa, mas indo pra média média e não alta, coisa mais
pra elite, sortudos e pra poucos.
Quanto
mais alto querer ir pior pode ser a queda. Melhor ficar ali medianamente, se
equilibrando. A grande dificuldade foi que os maiores ônus tributários, de
custos, de vida, são da classe média. Que com dificuldade de orçamento e
responsabilidades vivem a duras penas.
Classe
média, pelo bem familiar, não deixam de colocar filhos em escola particular pra
evitar gastar, compram produtos de boa qualidade pros seus, pagam as contas em
dia, muitas vezes se privam do prazer perdulário. Nem 8 ou 80: os que saem desse equilíbrio em inadimplência sucumbem em dívidas e
dúvidas.
Mas
também podem de se manter em seu patamar sem entrar na depressão das grandes
perdas caindo em desnível incompatível a sua rotina e cotidiano. Desde que me
vi como gente, fomos classe média em casa e assim prefiro continuar, ainda que difícil
de subsistir.
Classe
média quer ter carro, casa própria com conforto, bons produtos, viajar, ter
lazer e passear dentro de seus limites. Isso ajuda e complica: complicado
conseguir, difícil manter. No entanto como é dentro de um patamar e padrão médio, não entra naquela fissura e estresse
dos grandes.
Poucos
da classe média entram na bandidagem recorrente dos mais pobres e nem da
ganância e corrupção dos grandes que fazem estressantes e de grandes quedas que
muitas vezes levam até ao suicídio ou muita depressão. Classe média se angustia
apenas em se estabilizar.
Dois
fenômenos cresceram demais no Brasil recente: os emergentes e a nova classe C.
Os primeiros mais endinheirados, aqui no Rio se entrincheiraram no que acham
paraíso bairristico: a Barra da Tijuca. E houve a ascensão moderada dos pobres
a uma melhor condição financeira à dita classe “C”.
Classe
média quer dar um bom futuro ao filho sem cobrar grandes passos o que ajuda na
psicologia dos mesmos que não enfrentam tamanhos desafios já desde jovens. Mas
os que se destacam passam de patamar e ser classe média alta é sua conseqüência
natural.
Mas
passar disso é o dilema: classe media convive próximo do poder econômico e
social e pode sucumbir no excesso. E nada pior que o novo rico: perde a noção
de onde veio e de limites do patamar que
está. Classe média alta pode dar falso poder que se faz perder.
Mas
pior mesmo é classe media menor querendo ser maior que é. Ao que se e endivida
no cartão de crédito, no cheque especial, nas prestações, nos negócios
incondizentes a sua condição sócio-econômica. Ai é extrapolar aonde quer chegar
e como vai ficar. Sem equilíbrio e parcimônia.
Mas
se sustentar na classe média é um caminho e não um fim. Dizer sim ao possível
ao plausível. Ter boas condições de vida sem se perder na lida e a linha. Saber
ser classe média é ter o equilíbrio ao
que mais deve caber no mundo capitalista com bom senso e bem estar!
Há
uma brincadeira recorrente: quem sofre mais com uma separação conjugal? Ricos
têm muito a dividir, muito pobre nada... A classe média! Pois até têm, mas
pouco e no remediado, comedido, como
abrir mão do pouco que possui na tal divisão parcial dos bens?
Um
filme italiano dizia em seu título: “A classe operária vai ao paraíso”. A média
queria um filme da vida real que se não desse o nirvana da classe da pirâmide sócio-econômica
que não fosse de purgatório, nervos à flor da pele na sobrevivência,
dificuldades na vivência.
Classe média do mundo: uni-vos! Por essa notável
causa de se manter bem...
Ela
que como Rita Lee canta em canção, é pessoa comum filho de Deus,
Houve um tempo que
Madureira teve sua importância como bairro para nós do subúrbio. E a mim em
especial: foi lá que fiz o curso pré-vestibular Miguel Couto Bahiense e fiz
curso de informática que na época era nos primórdios com a linguagem COBOL.
Quem lembra?
Foi lá que os cinemas de
rua Madureira 1, 2 e 3 eram ponto de encontro pra namorar e ver filmes. E suas
escolas de samba, Portela e Império Serrano eram marcantes como grandes
campeãs. Já o time Madureira, só era um
simpático clube tricolor.
Na Av. Edgard Romero, em
especial com seu Mercadão de Madureira era ponto Cult de compras popular. E
sempre era bom lanchar por lá, no Shopping Tem Tudo perto do viaduto o momento
de entrenimento. A churrascaria dali foi das primeiras que fomos em família.
Havia um outro lado -
era Meca de comércio para nós: na Estrada do Portela as compras na Lojas
Americanas e outras ou num dos Shoppings existentes lá, em especial o maior,
simplesmente batizado Madureira Shopping, um dos primeiros do Rio.
Chegar pelo Viaduto de
carro ou descendo da estação de trem ou vindo de condução. Vários ônibus de
minha Zona Oeste passam por lá em caminho. Mas nem sempre foi só ponto da
passagem, mas de destino. Faz parte de um passado ido, mas que ficou em recordações em mim.
Não sei dizer se
perderam força significativa em tudo isso, mesmo assim nos seus 400 anos, como
não dar as congratulações a essa parte
do Zona Norte que é um pedaço de bairro bom? Madureirenses e transeuntes
visitantes dele, ficam aqui a todos nosso parabéns. P.S. A quem queira saber, o nome Madureira veio de sobrenome de família de proprietários arredantários rural de fazenda em tempos dos séculos XIX até chegar ao século XX que emprestou o nome pro local que se fez no entorno de estação de trem e começo de comércio na região e que aos poucos se transformou em bairro que atraiu moradores e comerciantes, boa parte de classe média.
Um dia uma onda
atrás de outra enormes, cerca de 3 a 4
metros caiam na cabeça, batiam no corpo e ao tentar sair, um fluxo de maré e do
mar puxava de volta. Já cansado, parecia
que era o fim, ia se afogar tão perto da areia. Foi aí a perspicácia de se
jogar ao fundo de mais uma onda em escaldo e como se diz: tomar um caldo. E em meio ao borbulho e areia sair
por baixo da espumante no quebra-mar. O que acontecia ali era simplesmente o
quê? A luta pelo instinto de sobrevivência da existência. A verdade é essa, no momento do
aperto, quando o acidente, a tragédia, a morte aponta, se debate em busca de
nossa salvação e preservação.
O que mais a acrescentar era que era um
época de desilusões e desalentos na vida cotidiana a conspirar contra e mesmo
assim se correu atrás de continuar vivo. E a sede de outro instinto: de
vivência. Sim, no fundo somos anti-suicidas por algo que buscar em viver a
vida. O que ela tem a nos oferecer. Não é apenas o medo do fim ou da dor que
nos debatemos contra ao se defrontar nesses momentos limites. Cada vida é uma
dádiva concebida. Não é demérito ou descrédito que faça com que nos deixe levar
fácil pela onda ao fundo do oceano de nós, um vitorioso e não perdedor.
A quem está se perguntando: mas quem é e
quando foi isso. Esse aqui vos escreve, em plena Barra da Tijuca nos anos 80. A
mãe, irmã e amiga sem saber onde estava e eu sendo deslocado para o lado onde
estavam saíram da mira do olhar. Mas eu cascudo de enfrentar onda, em ímpeto e
impetuoso que era, mergulhava direto.
Quebrando onda ao meio. Sem se cansar, coisa de jovem. Mas o que precisava era
na onda da vida encontrar meu lugar. Mas na hora do pior não importa: queremos
a areia, a praia firme. Ficar seguro, seguir, viver.
E assim foi naquela luta me debatendo pela vida.
Onda que se
segue no fluxo das marés do destino!
E como diz a canção:
“ A vida vem em ondas como um mar num
indo e vindo infinito”
Fui
ver o tão falado “Somos tão jovens” sobre o início da carreira de Renato Russo
e sua Legião Urbana. Alguns senti que questionaram o porquê terminar o filme na hora H do sucesso após apresentação no Circo Voador na Lapa, mas gente, tanto o roteirista,
diretor e produtor queriam falar apenas da origem, o ponto de partida em
Brasília. Claro a gente fica curioso da parte mais madura, mais adulta, do
pós-sucesso quando ele se encaminhou ao panteão da fama. Mas isso, creio, é
outra história a ser contada ou nem precisa tanto assim: muito já se conhece.
Confesso como tantos que só esboçava desse iniciozinho, os dilemas de um jovem apenas promissor.
Como
ele, vivi os anos 80, como jovem em meio a Ditadura. Recém formado em Economia,
também tinha essa verve poética dentro de certo isolamento com uma inquietude na introspecção e que buscava em
parcas mas sólidas amizades contra a solidão cósmica e mais que tudo tédio.
Também tinha minhas revoltas sociais dentro de um país que se fazia sórdido
muitas vezes. E queria ser compositor e letrista e quem sabe até tocar e
cantar. Mas não tinha desenvoltura nem o talento que ele descobriu em si. E eu
era da praia da MPB – e era radical. Confesso quando a Blitz fez sucesso e veio
uma leva de roqueiros pop brasileiros, fiquei chateado. Mais que nunca aquele
meteórico sucesso da volta da MPB no final dos anos 70 para os anos 80, do
resgate foi desbastado por certo desbunde de que som de jovem tem que ser rock.
Aí
veio aquela coisa de mída: um grupo, um cantor por semana praticamente. Qualquer
som de garagem chegava lá. Mas eis que como tudo na vida, teve a seleção
natural das coisas: muitas se diluíram com o tempo, mas um quarteto se percebia
que veio mais consistente: Paralamas do Sucesso ( que hoje vejo que Herbert foi
o alicerce ), Titãs, o visceral Cazuza do Barão Vermelho e claro, ele, Renato Manfredini
Junior, que após flerte com o punk e seu grupo Aborto Elétrico, veio com algo
mais melódico ou pulsante com doses poéticas e virou Renato Russo com seu grupo
definitivo Legião Urbana. Fazendo letras que falassem contra o desamparo e o
desgosto que às vezes a vida perpassa.
Ele
tinha certas angústias, solidões que me vi ali. E essa vontade de fazer algo
que transpasse o vazio interior que na verdade é rico de vertentes em suas manifestações
críticas e conceituais. E criativas. Não havia em mim o que foi nele, o ambíguo
sexual que ele se fez sem saber como se portar nisso, me vi apenas hetero,
nesta época até tive relacionamento de 3 anos e 10 meses que se desfez um
noivado pelas mesmas coisas mesquinhazinhas gananciosas pequeno-burguês que tanto o compositor-poeta de
letra desprezava. Nesse ponto não há convergência de conflitos do desejo ao
sexo oposto ou comum em mim, mas no que tange a essa coisa existencial de querer
preencher com algo que dê sentido e que possa transformar de alguma forma a
mesmice, mazelas e miudezas do mundo.
A
mim coube tentar escrever apenas apesar do músico latente em mim. E sentir bem
que têm gente como ele que transpôs isso
com condições e capacidade. Mas vendo seu sucesso e depois suas dores que
continuaram feridas, vejo que quem nasce assim tem essa marca interior: nada
debela essa febre do incontido, do mal-resolvido. Somos partes e estamos a
parte do mundo. Não estou me comparando num todo a ele. Cada um tem sua
história. Tem seu cabedal cultural.
Sua
forma de pensar, de agir. De reagir. Mas com certeza essa coisa inata de
insatisfação e nele propulsor ao criar nos identificamos. A doença o venceu,
tantos poetas foram vencidos por ela a invisível mão da morte, como os poetas do século XIX com a
tuberculose. Nestes dias foi a AIDS e o câncer, o AVC e as mazelas do coração
que postam gênios. Mas pior mesmo é a auto-destruição, ou pelas drogas,
bebidas, fumo, falta de cuidado e a violência. Nesse ponto não fui nessa
decadência. Como disse cada um é cada um e nem sucesso tenho reconheço.
Apenas
digo: um dia fomos tão jovens e continuamos sendo – não aceitando, não acatando
o que querem nos ditar como o certo e comum....
ABAIXO O VERDADEIRO RENATO RUSSO
E SUA PERSONIFICAÇÃO ARTÍSTICA THIAGO MENDONÇA
E O THRILLER DO FILME...
E uma canção símbolo em que não
se deve haver tempo perdido...
P.S. DEDICO EM ESPECIAL ESTE TEXTO A DUAS PESSOAS
PRA LÁ DE ESPECIAIS:
Minha sobrinha Renata Manfredini, que pelo sobrenome já se pode distinguir
ser da família do músico como prima sei lá de que grau de parentesco- rs.
E a minha inesquecível
Rosaine Fátima Fernandes de Souza,
no face como Renata Fernandes,
que era
fã nº 1, desde a época do começo anos 80, e que recente falecida,
senti como que com ela tivesse visto ao lado no cinema, vale pela
intenção esteja onde estiveres, my darling forever -
quem sabe o esteja vendo em shows noutra dimensão...
E em 23/05/2013:
30 dias sem vc. Definitivo. E como diz a canção do seu cantor predileto "(A)onde está vc que não dentro de mim" - e o plano éramos ficar bem. Sei que assim o quer pra mim onde esteja. A vida continua pra mim - mas olhando o horizonte não estamos mais na mesma direção - que pena, não deu...