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UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!































1 de maio de 2013

TRABALHADORES ARTISTAS NA RUA - DE SOL A SOL NAS CALÇADAS





Já se diz que trabalhadores com afinco pelo seu sobreviver o fazem sol a sol. Já pensaram que há alguns que o fazem literalmente? Como assim? Buscam sua sobrevivência nas ruas, de pé, várias horas. Não sob um teto de escritório, de galeria, de um teatro, não sentados em cadeiras de escritório esplêndidas. Há uma constelação de seres que o fazem com a graça da e pela arte. Arte não de rua, mas na rua.

Vão à  luta e se expõe ao relento do céu aberto  o seu sustento. Nas calçadas, calçadões, esquinas da vida da cidade grande, nos centros urbanos. E assim no anonimato se revelam a um público, que por mais seja restrito, é sua platéia ou seu cliente. Aqui alguns flagrantes no Centro da cidade do Rio de janeiro. Não sei seus nomes, quem são, como ficarão. Nem sempre tem uma salva de palmas, mas vai aqui um reconhecimento: fazem o seu papel em condições adversas, tão diversas nas incertezas. Mas fazem com gosto pelo que se vê. 

Não esmorecem. Saem e se expõem. E assim ficam sob os olhares espiando atentos por instantes, de transeuntes ou quem quer um pouco de arte e graça de graça...


FLAGRANTES COTIDIANOS NA CANDELÁRIA E IMEDIAÇÕES NO RJ

MÚSICOS PERUANOS
 E POPULAR DO RIO



ARTISTA PLÁSTICO PINTOR 
EM VENDA EXPOSIÇÃO A CÉU ABERTO



FAZENDO GRAÇA HILÁRIA
COMÉDIA COMO O "SOMBRA" PINTADO


MULHER FALANTE, TIPO APRESENTADORA
DE VARIEDADES NO CALÇADÃO


HOMEM ESTÁTUA -
FAZENDO POSE DE JACK SPARROW
( EM ATUAÇÃO DE JOHNNY DEEP EM
"PIRATAS DO CARIBE" ) -
 COMO PODEM FICAR TÃO INERTES?


SEU ALADIM - UM TRABALHADOR PROFISSIONAL - UM SÍMBOLO NO DIA DE TODOS TRABALHADORES


O que se imaginaria de um Senhor setentão, na marca de seu mais de 70 anos, aposentado como motorista de empresa de energia elétrica LIGHT? Que iria usufruir de ócio, descanso, pijamas o dia todo em frente à TV ou indo na praça jogar dominó ou baralho de cartas, não é mesmo? No entanto estamos falando de alguém digno batalhador, que aprendendo o ofício de eletricista de mão cheia, capaz, também é “quebra-árvore” ( galho é pouco! ), uma espécie de faz-tudo free lancer doméstico. Um profissional trabalhador que corre atrás, ainda  como bombeiro hidráulico, consertos e serviços em gerais em casa.

E quem é essa pessoa tão altiva e ativa? Seu Aladim, que ex esposa brincava ser da lâmpada maravilhosa. Ele não é o tipo “estalador” elétrico – ou seja fazendo estalos pela casa toda. Pelo contrário: ele conserta as arapucas de intrometidos nada profissionais, que acham que sabem, mas fazem como diz por aí M. E ele vai e conserta. Com esmero, dedicação, super atarefado por conta disso. E daquele tipo altruísta: ao final se bobear diz ainda”: "Dá o que vc puder” – como assim? A gente estipulando preço profissional? Mas ele é assim, virou um amigo, companheiro de nossas necessidades prementes.

Quando fomos comprar a primeira casa, fez milagre na instalação elétrica toda equivocada, bagunçada. Indicado por amigo de meu pai, virou nosso profissional de vida. No dia do trabalhador como não admirar e o valorizar? Vamos na casa dele e tem de tudo: parafusos, tomadas, canos,  ferramentas, etc. Ele não deixa a gente no aperto das horas difíceis. As vezes custa a vir, por conta de tanta gente na procura dele, mas ao final serviço bom garantido sem custo a assustar. Ele é assim: um boa praça mas com seriedade profissional. E bonachão, sempre com riso largo e franco.

Eis aqui um símbolo para essa dia do trabalhador. Fica aqui o registro. Temo um dia sua aposentadoria ou ausência, não poder contar mais. Mais que um quebra-galho, é a certeza que deu chabu, deu defeito, no tocante a trabalhos de reparação ou colocação de multi-serviços lá está ele, com boa vontade, sagacidade e habilidade, naquilo que ele sabe fazer. E não é pouca coisa não. Quase tudo numa casa, não muito de pedreiro, mas até nisso foi capaz de fazer na colocação de um piso do quarto. O metier dele mesmo hoje é eletricista – o mais ele faz conta de uma capacidade ímpar no âmbito de serviços do lar.

E ele é assim: tem presteza, esperteza.  Quisera a todos essa disposição nas demandas do cotidiano de uma casa que se mantém com essa ajuda e apoio indispensável dele.

Ao seu Aladim um muito obrigado por ser esse profissional digno, de caráter. Contamos com ele hoje e sempre na estrada da vida, venha pro que der e vier. Valeu seu Ala! 

Trabalhador profissional honrado, de mão cheia. Chapa de nós!



29 de abril de 2013

A DANÇA E SEUS DANÇARINOS, BAILARINOS - NO DIA DA DANÇA, UM EVENTO DANÇARINO COM GRUPO DE CARLINHOS DE JESUS - EM DIA ESPECIAL NO FORTE COPACABANA EM 2011



Quando um ser se lança,
Na dança, na coreografia, no salão...
É dançarino.
Quando um ser se vale
No Baile, no balé, no palco
É bailarino.

Um e outro fazem do momento em ação
A expressão do corpo em movimentação.
Um balanço que reúne até moços e idosos,
Homens e mulheres em pares ou em coletivo no gingado.
Altivo ou simples ao som em cada passo em compasso
O traço musical de alguns em molejo, outros com traquejo.

Dançar e bailar, no ritmo o acordo em acordes:
profissional ou amador, de lazer ou a sério...

É mais que entretenimento e aperfeiçoamento:
é badalação, bailado de paixão!

Companhia de dança de Carlinhos de Jesus, no Forte Copacabana em NOVEMBRO/2011: No dia internacional da dança, dia 29/04, relembrando esse dia especial com dançarinos bem típicos do suingue sangue bom carioca - de salão. A quem tem o dom, muito bem, muito bom. A graça de desenvoltura de ginga, de ritmo, de bailado...



















Em complemento, o passeio pelo Forte Copacabana com a amiga professora Luiza Margarete, assim como a mentora e uma das organizadoras do Evento projeto "Poeta saia da Gaveta" no Méier, que já foi falado em outra postagem, Teresa Drummond que lançava livro sobre danças. O convite pra ir foi dela.












28 de abril de 2013

NO DIA DA SOGRA, QUE TAL FALAR DAS BOAS? PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS LEGAIS


Quem foi que disse que pra ser sogra tem que ser ruim? 

Eu tenho boas recordações das minhas sogrinhas... rsrs

Dia da sogra – pode parecer ironia, acinte. Como assim homenagear quem se execra? Ora, ora, esqueçamos que existem as de dissintonias e que existem as de harmonia. Da sogra que é quase uma segunda mãe. Ou no mínimo uma amiga. Ou sendo genro, te faz parente, de familiar parentada. A Verdade é: se formos bom com a filha(o) dela ela irá querer bem sim. Não sendo uma bruxa, um terror a vista. Isso é papo de relacionamentos conturbados. Ou de uma simples má sorte.

Na verdade dos fatos, a sogra que mais pentelha – rs – é aquela mãe do noivo e futuro esposo. Que muitas vezes se mete - a sucessora ( ou usurpadora ) tá cuidando bem do filhinho? Sempre acha que tá magro, tá triste, tá cansado. Quanto às filhas mulheres, só quando são maltratadas ou renegadas. Aí é coisa de mãe fêmea leoa: lambe as crias mesmo já criadas ora bolas!

No entanto posso  afiançar: minha mama Lucia era sogra nota 10! Sempre ajudando, apoiando, avalizando bem. Nenhuma que entrou em minha vida teve como maldizer a sogrinha querida que ela se fazia sem esforço algum. Até porque o intuito era a felicidade do casal, para que uma implicância tola, sem nexo? Ela era sem neura, sem complexo, se fazia de segunda mãe se necessário.

De minha parte não posso me queixar: a sogra que tive, dona Rita Mattos  gostou de mim e mesmo após a separação fala com o mesmo modo, simpático, afável, de cearence dada, falante. Um dia, fui noivo de ex-namorada e a mãe Dona Alaíde, mineirinha que era, tão bem me recebia com carinho, que parecia um filho dileto, de uma quase sogra. Oferecia jantinha das boas, conversava amável – sinto mais saudades dela que se foi que dessa ex! E sempre foi assim: uma recente que se foi em relacionamento findo: quem gostou quem gostou? A mãe! Uma que era possível sogra, o que não se concretizou, mas não por falta de gosto desta! Talvez porque sempre tento ser bom moço com suas filhas ora pois pois!

Fico besta dessa degradante visão de sogra infernal. Bestial. Muitos talvez ignorem esse dia. Que achem um absurdo, no desgosto que tem de suas sogras. Mas quem tem a dádiva de ter uma aliada ou ao menos uma que não mete a colher em briga ou divergência de casal, que admira seu esforço verá que vale sim. Não são todas, mas não esqueçam que não somos filhos dela, apenas genros. Ou noras. Acontece. Se uma for antipática, veja onde pode mudar isso. Uma jararaca? Bem aí o jeito é relevar meu irmão – mãe é mãe, mesmo do conjugue ou de quem vive, namora íntimo.

Sogra roga ser bem vista, bem quista sim! E viva às que são gente boa familiar!



Mamacita Lucia que era sogra, 
com a eterna sogrinha 
( de consideração)
D. Rita.


Quando sogra é dada a se meter é assim mesmo - quem diria que é desde os primórdios dos tempos? kkkkk - FELIZ DIA DAS SOGRAS MESMO ASSIM!

27 de abril de 2013

AS EMPREGADAS DOMÉSTICAS QUE FORAM LÁ DE CASA E DE TODAS CASAS - HOMENAGEM PELO SEU DIA!



No dia que se comemora o dia da empregada doméstica – ou trabalhadora de lar como alguns dizem, nada mais justo lembrar de algumas que passaram pela contratação de minha mãe.

Agora, antes de mais nada, deve-se de dizer que apesar desses termos a esse tipo de profissional, em casa sempre a tratamos com dignidade e fraternidade – eram quase da família, amigas.

Nada mais injusto que por sermos de classe média, pais médicos, destratarmos se não seres humanos e sempre tinham algo a mais a oferecer que fazer os afazeres domésticos.

A primeira que lembro era uma nordestina potiguar chamada Maria José. Ela era muito afeita comigo e ficou marcante o dia que fui atacado por formigas ao ia ao colégio. Ela se assustou, me ajudou, apoiou como fosse uma irmã mais velha. Bonita a atitude dela comigo.

Houve muitas e muitas. Dona Filomena ficou triste quando disse que nossa gata a FIFI seria Filomena, nome da mãe dela. Dei um jeitinho: disse que era FIFIlomena! - rs. Suas filhas e ela moravam atrás em casa alugada de nossa. Eram vizinhas e companheiras de vida.

Dona Esmeralda era uma campista e ali pude perceber em seus causos e casos que como haviam migrantes da cidade de Campos, norte do Rio. Sua dor era o filho de problemas mentais que sumiu – eu a alentava sempre.

Francisca, era uma mulata risonha, falante, sempre prestativa em casa e que um dia “pegou santo” em casa vizinha, a tal da pomba gira” – ria da minha imitação e eu não entendia que não era pra fazer isso – mas como mudar o jeito de um rapazinho.

Havia Yolanda, sergipana bonita, que aludia que já fora esposa de alguém que a fazia classe média. de bons modos, quase me fez seduzir eu rapazote, mas o temor de a fazer perder o emprego me deu a prova que já havia algo de maduro na época.

Dona Catarina era uma bem baixinha, de voz doce e alegre, a que mama mais gostou, pois tinha o entendimento de classe melhor, não desperdiçava produtos nem trabalhava mal como mama tanto reclamava de algumas. 

Dona Benedita ou Bené - foi a mais marcante significativa, a que mais tempo ficou, seus filhos viraram nossos amigos,  seus bolinhos de aipim inesquecíveis, Fugidia de um mal-fadado casamento no Espirito Santo, acabou doméstica no Rio, ela de ascendência italiana que poderia progredir mais por lá e tão bem nos serviu por bons tempos.

Tantas outras passaram, mas a certeza que todas foram respeitadas. Sempre fomos condescendentes com os mais humildes, uma lição de vida para todo o sempre: todo ser humano merece isso e não seria um trabalho muito visto como oriundo do escravismo que nos faria indiferente a isso! São abnegadas, cuidam de nosso lar com profissionalismo e intimidade.


E uma homenagem às empreguetes que levaram essa classe ao status de estrelato global!






No dia da empregada doméstica, a justa homenagem a mais marcante das que passaram pela casa de mama: Dona Benedita, a Bené. Sua atuação, sua afeição conosco tem o valor que foi o nosso prezar para com ela e dela conosco: uma pessoa que tratamos com amizade, dignidade e hombridade pq sempre tivemos a norma e conduta de tratar bem a quem nos faz bem. Mesmo as mais humildes. Aqui ela em foto antiga com minha sobrinha Renata na época uma menininha - e a cara, claro da filhota Paolla! rs.


22 de abril de 2013

IR MUITO ALÉM DO HORIZONTE - DO QUE CHEGA A VISÃO.- NO DIA DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL





IR MUITO ALÉM DO HORIZONTE

- DO QUE CHEGA A VISÃO.

Muito além do horizonte,
muito além do que chega a visão,
o homem quis ir
       e descobrir,
       e ir
     além do horizonte,
    além do que chega a visão.
Para longínquas, em priscas épocas,
remotas terras.
bem depois das serras territoriais.
E se lançaram ao mar,
em galeras, caravelas
e outras embarcações mais.
Até tudo se descobrir,
                   explorar,
                   esgotar!

Muito além do azimute,
muito além do que encerra a Via-láctea,
o homem quer ir
        e descobrir
       e ir
     além do azimute,
      além do que encerra a Via-láctea.
Para longínquos, em nossa época,
remotos cosmos,
bem depois do espaço sideral.
E se lançam no ar,
em foguetes, satélites
e outras naves mais.
Até tudo se descobrir,
                    explorar,
                   esgotar?

Um salto no obscuro:
intrépidos gênios humanos,
vão querer sempre ir além dos seus limites...


Um dia as naus lusitanas
no séxulo XV, foram das terras
de Portugal além do horizonte
do oceano ibérico
e ao comando de Cabral, um  dia 
a descoberta ao grito: - Terra a vista!
Foi a chegada a terra brasilis!




Num momento mais atual, a cantoria em canção
de um terra à vista - vislumbrada de um avião!

TERRA, PLANETA GAYA - POR UM MUNDO MELHOR SOBRE SEU SOLO - NO DIA INTERNACIONAL DO PLANETA TERRA




Terra é nossa terra que fincamos nossos pés,
Por mais viés e reveses que te impõem,            
Que a amassem mais. Que cuidassem mais.
Ela é nossa cama que dormimos,
Ela é nosso chão que dominamos.
Mas por isso a achamos seus donos,
Seus reis sem tronos, a fazendo destoante?
Ó navegantes errantes, população e governantes:
Vejam se a tratam bem e melhor!
Ela é Gaya nosso pedacinho no mundo.
De bom caminho, que gira em rotação e translação
Tão sorrateira, inteira,  por nós terráqueos.
Fazem um dia por ela 22 de abril, 
mas ela abriu seus poros e porões:
Todos os dias, um a um, para a habitarmos. 
Ser nosso habitat. A respiramos em vida.
Pra nós que a temos em colo:
 mas a fazemos solo
De poluição, exterminação, destruição, exploração
Sem limites – com apetites insanos, tiranos.
Ainda há tempo. De fazê-la berço esplendido.
Terreno, telúrico, do que é único e benéfico.
Por um grito de alerta, um giro de alento,
pelo Planeta, que dele se atenta.
Dormirmos com a consciência tranquila,
 de não termos contribuído
     Pro seu mal... e até mesmo pro seu fim!