OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

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.


UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!































5 de janeiro de 2014

DO AINDA GOSTAR DELA - E ELA NEM TANTO, NEM MAIS


Ligo a TV:
Um beijo de novela,
Penso nela...

Vejo um filme:
Um “happy end”
A chama reacende...

Ouço uma canção:
Ressoa nosso refrão,
A música em diapasão...

Tento outros passos de dança:
Mas aquele baile ainda me alcança
Queria o nosso compasso que se lança.

Ando pelos lugares que estivemos,
Na praia que mais nos conhecemos
E aí sob o luar no enrosco nos detivemos...

Parece que ainda gosto e ainda penso nela,
Ela não mais deixa fresta ou aberta janela.
Pra mim uma porta entreaberta...

São reflexos flashes de luz de nós dois em tempos atrás:
Em pensar em sonhar. Lances de outrora, não mais no agora.
O que foi bom, não é mais, não bem faz, foi embora!

 




QUANDO ERA APAIXONADO POR ELA


Estar apaixonado,
É estar fascinado, na rédea do encanto
É estar amarrado na rede de um quebranto.
Ao não passar nem parar além de uma fala:
- “Penso tanto nela,
    Quero só estar com ela.”
Um elo um novelo que nos enreda.
Em todos instantes instigantes de vida.



Ao que fica pra trás perguntamos se valeu a pena,
Na falta que vem depois de perder sua pequena.
Foi excepcional e talvez isso já se basta,
Ainda que disso tudo um nada me resta.
Foi bom enquanto durou no passado, ficando acostumado
Até fez-me ridículo ao estar embevecido embasbacado.
O que se viveu fez dela mais que affair:
de uma forte febre que se passou!

E memorável arrepio de um frio que dava na barriga, na espinha.

E iludido: de achar que era pra sempre e ela toda mesmo minha! 

Estar apaixonado pode o deixar em estado de estupor!

PENSANDO APAIXONADAMENTE..
"SOMENTE NELA" - Paulinho Moska














EX AMOR QUE PASSOU



Passamos na vida e alguém se torna relevante,
Nos fazem momentos de lazer e de prazer,
Devolvem trazendo o amor e muito querer,
Envolvem de conquistar e cativar nosso ser.
De estar e sentir sua falta, criando costume e curtição...
Até que tudo se esfarela, nos desgastes ou nos desacertos.
Não importando fazer caça as bruxas de quem foi culpado,
nos tempos torrenciais entre o bem e o mal que se expõe.

E ai que vem a nomenclatura  de EX:                    
 de ex-amor, ex-nubente, ex-namoro.
Tentamos não chorar ao se desmilinguir e se acabar,
Mas fica uma angústia do afastar e do vazio que nos abala.
De tudo que foi e não será mais. Ex amor que passou.        
E se em algum instante der vontade de dizer isso tudo
A quem o fez se derramar em lamurias lancinantes...
Por tudo o que nos fez ressentir - a percutir tão mal...

Tenha certeza apenas que:

Se é EX, executa-se isso: Afinal se vive é de amor atual, do amor presente, daquele que nos vale e valerá. Por maior que tenha sido forte, firme, fenomenal lá atrás, fica na linha do tempo devidamente no fundo do quintal isolado, em terreno eqüidistante, exilado. Referido como EX e não do Que É - do que não É mais!



"EX AMOR" - MARTINHO DA
VILA E SIMONE...




4 de janeiro de 2014

INACABADOS - UM VERSO, UMA VIDA DE COMO SERIA


Fiz um verso que ficou não terminado:
Quando se deu tudo por cessado.
O affaire, o afeto do sentimento.
Natimorta poesia em seu embrião de concepção.

Fez-se da vida a dois um peremptório basta!
Ao que se afasta, fim de festa o que resta.
E tantos planos, o escrito, como tantas coisas 
Deixaram de ser concebidas, convividas, divididas.

Perdeu-se na casca do tempo o deleite
No destempero de não aceite,
Da divergência a intolerância.
Pequenas razões desbancando grandes emoções.

O que dizia o poema, qual a trama que seguiria?
Não cabe mais na senda do SE que não pode SER mais - não mais queria.
Cada escolha é a perda de algo e essa ter deixado tudo de lado
O que foi toque de recolher do que nunca mais existirá! INACABADOS.


Uma canção - "Verso inacabado"







CONVERSA ÍNTIMAS FORA - PENSANDO PODER CONFIAR



Saiu dizendo que o que era desabafo era papo,
Mas não foi furado, foi feito em confiança.
Deixando dizer o que passei na vida,
do que sabia e sentia, dos meus temores e amores.
Achou que devia me calar talvez.
Todo meu ser e meu viver desvendado, desnudado
No inicio dizia ser compreendido.
O que foi antes ao aceitar, acatar?
E depois vociferar, jogar na cara,
 o que sabia a fundo pra desmerecer.
 Achando ser companheirismo que mostrei meu íntimo.
Teria sido só cisma apenas? Conquista feito troféu?
Quem se enganou me mostrando todo foi eu!
Agora quero alguém que não use o que disse contra mim
( como cantava Legião )
que me deixe desabafar do que penso dessa vida 
( Como canta Ivan Lins ).







LEMBRANÇAS VIVAS - FLASHES DE CONVIVÊNCIA DE AMAR



Lembranças vivas, vivíssimas.
Cada lance em relance
 como estivesse ao alcance.
As falas sussurradas no ouvido,
como o dizendo ser toda minha.
 Os brindes de chopp  à vida em comum,
as chegadas com sorrisos na recepção em casa.
Cada toque,  ou quando se abraçava na praça.
Os passeios na casa de praia em Maricá, em comunhão.
Os beijos em desejo, no mormaço da beira-mar em coalizão.
O motel espelhado nas imagens dos corpos entrelaçados.
Os momentos engraçados, a chamada pro lançamento de livro.
As primeiras fotos,  a apresentação à família e amigos.
E assim um desfile de flashes, uma miragem do que já foi real.
A mente abrindo o cofre sentimental do que era só memorial.
Como fosse uma fita de filme do que se foi baseado em cenas verdadeiras.
Talvez porque o fim de tudo que foi tão bom é feito morte:
Em que há sucessão de tudo que se viveu 
Sabe que foi THE END sem final feliz e lá no fundo... ficou!

E as canções que mais se destacaram, ressoam deitado ao leito, 
pipocam no peito, não tem jeito: 

Como fosse um apelo pra que não me fosse,
tudo não virasse momento,
 numa quermesse com um violão em próprio punho
cantando, olhando direto que "Não me deixe só"



E a canção escolhida foi "Frisson" - a canção de dois, dos dois...
Como que fosse um anjo que caiu do céu! É, tudo foi ao léu...


Afinal... um final. BAD END.

São lembranças de amor como tantas outras
de outros convividas e se perdeu!








2 de janeiro de 2014

ANIVERSÁRIOS DE NÃO SE COMEMORAR - NO FIM A DOIS. EM MAIS UM DESAMOR.


Há três aniversários que se tornam adversos agora de NÃO se comemorar descontente:

Os de 1, 2, 3 e assim por adiante do primeiro dia que se conheceu quem se amou, relacionou e tudo se acabou  - tornou-se inútil relembrar no vazio do que não mais é.

E o pior dos piores, os dos dias que tudo se desfez, o fim de tudo em desfaçatez. Na forma que quiser se referir: levar um fora, levar toco, até um desagradável um pé na bunda!

Bem o último o dia de aniversário de quem tanto foi sua vida e hoje podia estar compartilhando da comemoração com seu carinho e com certeza sua presença.

Não mais sendo em nenhum deles, ao sermos nada importantes. Fica como que: não se quer mal, só não se quer mais. Esqueça se puderes, vai viver sua vida ( em suma: some ou que se dane! ).

São datas a não celebrar, sim tentar esquecer no calendário de nossos dias presentes e futuros...

De tudo que podia ter sido e jamais será mais... Nunca mais!

Quando se separa pela primeira vez em casamento equivocado, há a estranheza da volta da rotina do ser um só e mais ainda como refazer a vida. Só que bate um quê de quem sabe agora dá certo. Diz a frase: “Casar de novo é a vitória da esperança sobre a experiência”.

A verdade que a gente acredita que dessa vez vamos ser mais atentos aos sinais negativos que levam a derrocada, e as evidências das convergências que pode dar certo. E a ilusão que ainda não foi da outra vez que se amou como muitos dizem ser por aí que não se viu no que vivenciou.

A gente que se acostuma até a deixar fluir, não influir no que desgasta, fica desconfiado. Até que alguém vem e nos convence em meio ao nosso descrédito. O que dizer de alguém que se empolga, encanta, não deixa a peteca cair, beija apaixonadamente?

Com empenho e até apelo pelo não fim do elo. De tal forma que se faz importante que vira imponente, bate o coração mais forte, uma fonte de água cristalina matando a sede que fazia a secura do querer e embevecer que na verdade é um apaixonar e não amar, sutil diferença ali.

Diz que somos a vida daquela gente. Põe na mente a química da atração imediata. E os pólos de identificação vertiginosos. É finalmente o amor? Cria-se o apego, o costume, a vontade irremediável. E o que era recusa de crer se faz a entrega. Ao que rega um jardim e pomar.

São flores que inebriam, frutos que alimentam. Fazemos de novo a aposta depois do receio que imaginávamos dar as costas. Alguém diz sermos a razão mais importante até de sucesso, de sonhos, de vontades, desejos em ensejos. Uma volúpia além da utopia.

Só que do outro lado aos poucos dá a sensação de dever cumprido na conquista. A manutenção deriva de manter o que reacendeu a velha chama. E aí que vemos que ou era um capricho, ou um encantamento da novidade. Uma vez mais uma desfaçatez.

E com a mesma facilidade que trouxe vida, puxa o tapete. A opinião e confrontação de motivos, vira mera “cobrança insidiosa de despropósito”. Ninguém gosta de dizer que falhou como nós mesmos podemos o fazer. E daí a intolerância e impaciência de não rever conceitos e modos.

Fácil terminar como não houvesse envolvimento, que se transforma no que não mais importa, fecha-se a porta e  se do outro desfalece o que foi expectativa na rotativa. Jogar de novo no fim de linha e despejar quase como alguém que se tira o bilhete do trem e se faz a despedida sem medida.

A sensação vil de sermos joguetes que depois do brinquedo novo usado, deve ser descartado. Ou como hoje é comum, se sentir um produto consumido e depois jogado no lixo. E a culpa é só nossa e se joga na cara o que dizia-se ser insignificante.

Aí vem aquela coisa de não se conformar e em troca vociferar de impróprios, desvalorizar o que se viveu de bom. E cada detalhe posto na fogueira das vaidades e faca nas virtudes. Não há o contra peso, de ter trazido a vida e depois tirado como doce da boca de uma criança.

E se somos incensados a não sermos tratados como nada do que dizia no início, é um claro vício que fazem os que desgostam:  se esvaziam fazendo do outro o nada mais a declarar e descontinuar. E a velha pergunta volta: vale a pena tentar de novo?

Neste dia 2 de janeiro, faz-se 4 anos de um desaniversário desses, mais um ano se passou. E algumas coisas foram compostas no momento entre o inconformismo e o aceite da não volta ao que era antes, inclusive pelos espinhos do orgulho ferido e as esparrelas do sonho virando desafeto.
  
Como se diz nas redes sociais: foi a mulher da minha vida #SQN ( só que não ).

Sente-se um certo desconforto e sentir incerto e fica a dúvida:

É a falta da pessoa ou do que se viveu?

Foi só o clamor de um novo desamor que desandou.

Na melancolia de fim de folia em dissintonia.

O sentimento e relacionamento em fim de linha e festa.

Ressentimento de mais uma desfeita!







1 de janeiro de 2014

CIRCUNSTÂNCIAS - AS QUE FAZEM NOSSO DESTINO


Circunstância é um fluxo contínuo de acontecimentos
Circunstância caso à caso ocorridos nos instantes em seus desmembramentos.
Conjuntura em sua estrutura do que se move em feitura.

Ocasião ao que ocorre como um rio que corre em seu leito.
Situação em levante, fato inexato determinante.
Posição em que nos encontramos de um ponto em diante
Estado de que se encontra em fado, colcha de retalhos lado a lado.
Jornada de idas e vindas até ao porto que se sai e se chega.

Circunstância é círculo de vida que faz seu ciclo em etapas:
Circunstância em cada uma de sua circunferência em instância....
Até a condição em seu desfecho do que se chama ao final... de destino.


Haja pompa ou simplicidade, as circunstâncias nos ladeiam, nos levam.


Uma extraordinária obra musical orquestral e coral
"Pompa e circunstância"






TEMPO DE PERSEVERANÇA, PRIMA DA ESPERANÇA


A perseverança é prima além de rima da esperança,
Quando essa de fato não quer morrer, mas soerguer.
O querer só tem poder de ser,
Quando persiste, insiste.

Ao que não se desanima,  não se desiste.
Feito a ave João de Barro na adversidade é tenaz
Que ao laboro laborioso sua casa de barro refaz
E outros passarinhos com seus ninhos
Quando o temporal a fazem cair até na sua (re)construção.

Assim somos nós perseverantes em nossos levantes
De seguir adiante, avante, alavancando tertúlias
Não só de ater nos estertores de lamúrias.

Não só nos abater desertores de nós mesmos.
Mas na voz do SIM, confiante de quem se faz capaz...
Com Deus que está conosco dentro e por detrás.

Na vontade de ainda tanto viver e fazer.
A realidade dos sonhos consumados
Mostrou que combinados, perseverou!









ENTRE A DECISÃO E A DÚVIDA - NO ANO NOVO BUSQUE CERTEZAS






ENTRE A DECISÃO E A DÚVIDA

Onde você quer estar,
Aonde você quer chegar?
Aonde você irá parar,
Onde você irá ficar?

Cuidando de não ter descaminhos,
E desafetos e todos os desalinhos.
Temos resultados contínuos de nossas escolhas.
Escritas em folhas brancas a escrever nossa história.


Mas se você fica nessa
De que seta seguir,
De que reta determinar,
Ruminar seu rumo e seu lugar...

Não se vai ou chega a nada
em sua, em nossa vida
A decisão e a dúvida,
É cara ou coroa,  faces distintas da mesma moeda!


P.S.
 Neste ano novo, 
acabe com a velha dúbia duvidosa improvisação.
 Com precisão
busca a certeza na sóbria, sábia, mas certeza em decisão!