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UM ABRAÇO AFETUOSO DO TAMANHO DO MUNDO PARA TODOS!































23 de junho de 2013

RENATA 30 ANOS - SOBRINHA AFILHADA A NOVA BALZAQUIANA DO PEDAÇO





Em meados de 23 de junho de 1983, a notícia: vem bebê novo aí chegando. Naquela época mana mia Denise casou e tomou emprestado o sobrenome Manfredini do então marido Doutor médico e motociclista nas horas vagas Paulo Roberto, morando na época na Tijuca. Coroando a então união,  uma     rebenta ( ? rs ) surge então: dá-se o nome Renata e claro ficou Renata Manfredini de Souza, sobrenome primeiro igual a Renato Manfredini, que pra quem lembra e atenta bem é do Renato Russo da Legião Urbana, primo em  que grau não sei ao certo.

Decisão de mana: o padrinho e madrinha têm que ser família. Ao que me coube ser, junto de Vera Lúcia, uma prima do pai. E assim foi e isso tanto me honrou ser e virar “tiodrinho”. Um dia o fim do relacionamento, trouxe a menina para casa de seus avôs maternos em Padre Miguel. O Vô Donário desde então babou pela menina, era uma das poucas razões de ser e viver dele, a vó Lucia a acolheu amparando a filha de volta a vida de solteira-e-divorciada e a netinha em seu ninho inicial.

A menina foi pro Colégio Curumim, se educou, virou Heavy metal, de personalidade forte, tempera às vezes explosiva mas muitas vezes solidária e boa. Incisiva, determinada, falante, atuante e quando ninguém dava tanto por ela, eis que surge muito além da baladeira de plantão, uma pessoa que trabalha firme 15 dias embarcada em companhia de petróleo ligada a Petrobras.

Ainda mais tendo uma filha Paolla, a princesinha que de nascimento inesperado de namoro que terminou, virou sua preciosidade mais importante junto de sua mãe que ora divergem, ora se amam incondicionais. Ela é assim, bem família ainda que pense bastante seu lado individual. E está certa de certa forma. Afinal se ela se sustenta em seu suor, se alimenta de viver. Discernimento deve valer nessa hora, mas o destino ela traça e o prazer ela preza - e muito!

Em resumo da ópera-rock ( por ela tanto gostar do ritmo ) essa foi a  vida de Renata resumida. Mas que tal de nos atermos então do dia de comemorar a sua entrada definitiva da faixa de adulta jovem dos 30 anos? Como diriam os antigos vira Balzaca ou Balzaquiana, em homenagem a Honoré de Balzac que exaltou em obra “A mulher de trinta anos”, uma personagem que chegava ao apogeu jovem de maturidade na vida e no amor nessa idade. Quem sabe a ela dual caberá idem igual?

Nesse dia 23 de junho de 2013 junto a super lua ( cheia ) estará no céu. E ela, Renata brilha aqui na terra de dia em festa vespertina com churras em Sítio em Bangu. Cujas fotos aqui aparecem.
A lua inteira cheia de vida, de amizades e destemor, a ela só falta um companheiro que a dê valor e venha inteiro dando a mão e todo o resto definitivo em seu caminho futuro promissor.

Mas ela não se abala por isso não, se há família, a filha, balada, internet, viagens e camaradagens amigas pra compensar. E assim seguir como pobre menina rica de classe média que busca alternativas no viver.

A menininha cresceu e apareceu, virou mulher em seu apogeu.

A garota adolescente semi-rebelde que era chega à mulher astuta que desabrocha ao mundo!

E que dá as suas boas vindas à idade limítrofe etária dos 30 entre o lá e cá.

No fulgor e vigor dos seus 30 anos agora muito bem completados...

Com o primo-irmão camarada de alma Paulo Edmon - irmão da dona do sítio. 


Junto às primas Cristina e Márcia- fazia tempo que não as via! Mais a esquerda amiga Luiza.


Junto dos dançarinos tipo Thriller de Michael, uma foto com prima Fernanda, Renatinha, Vó Lana da Paolla e Luciene que virou prima ao casar com o falecido primo Carlos Henrique.

Com o pai da aniversariante Dr. Paulo Roberto Manfredini e sua esposa, Renata e sua irmã Raphaela com a filhota. E eu claro! rs 

Com a sempre querida amiga Sol - Solange.


Quase na hora do bolo, com mana Denise, Paolla, Renata, a madrinha dela Ana Lucia e euzito! 

Idem na ordem da foto anterior! rs

Dançando à la Michael Jackson! 


A super lua - cheia - justo no dia de quê, de quem? Hem??? rsrs 

"Parece que foi ontem" - mas já tem 29 anos e agora fez 30! Dessa lembrança tenra de aniversário de 1 ano em 1984: uma pergunta não quer se calar: da mãe um xodó beleza pura, na parte que me cabe um encanto que bacana em sentimento, dos vôs e vós alegria, que irradia - mas pq do pai careta? Ao pai Sr. Dr. Paulo Manfredini restaram as caras e bocas é? rsrsrsrs


Um som que ela Renata, certamente adora! Guns n Roses...

22 de junho de 2013

A DIFÍCIL VIDA FÁCIL - VIVÊ-LA É PRECISO



Concordo que realmente se pode dizer que muitas vezes a vida não é difícil nós que a fazemos, como diz certa sentença popular. Quantas vezes basta querer, tentar, deixar acontecer, deixar fluir. 

E eis que se bandeia para uma má escolha ou decisão, banca pro pior posicionamento ou postura.Mas vamos botar certos pingos nos is: às vezes queremos fazer a vida mais fácil mas ela que se faz de difícil, complicada, complexa, a realidade problemática vem e nos puxa o tapete, nos dá uma rasteira... 

E como se diz se faz então a tal "minha nada mole vida".

Fazer dificultada no que pode haver facilidade, não convém.

Porém, se é dificultosa o que aparente pode parecer simples, nos faz rever onde se está, como fazer e como se chegar.

Nada na vida é tão fácil que não peça algum ou muito esforço e boa vontade.

Nada é tão difícil que se breque ou bloqueie de antemão para só (sub)existir.

Ou perca de lambuja, se abra mão sem luta sem tutano de conseguir ou manter.

VIVA A DIFICIL VIDA FÁCIL – A VITÓRIA OU DERROTA NOS CABE DEFRONTAR....






DO MOVIMENTO DIRETAS JÁ A MOBILIZAÇÃO DOS 0,20 - ENTRE DIFERENÇAS REFLETIR E AGIR






Em abril de 1994, EU ESTAVA LÁ, testemunha ocular da história e agente indireto dela, na Candelária no Rio de Janeiro no movimento ( e não só mobilização ) pelas diretas já, depois que Dante de Oliveira fez a emenda que daria o direito ao voto popular e o retorno da democracia. O clamor do povo foram passeatas e aglomerações por todo país, algo bem justo e direcionado e bem estruturado de ser levado adiante, avante. E por isso participei. Jamais entraria naquelas dos 60, por mais justas fosse a indignação a reboque do Ato Institucional nº 5 da ditadura militar - mas com guerrilha, atos extremados de ruptura e querendo o comunismo fazendo a Cubalização e pior a Venezualização do país, sem liberdades plenas individuais, a livre iniciativa, com desabastecimento provável e economia fechada? Nem pensar!

No final das contas a forma indireta permaneceu a eleição presidencial apesar da anistia e do Congresso Nacional funcionando, frustrando a massa e o país, mas germinou ali o processo que em 1989 foi colocado em pauta, redundando nas eleições em 1990. Não importa se os políticos depois decepcionaram, em descaso e corrupção, a democracia em si é importante. Os partidos parecem não nos representar direito? Mas pior é sem a democracia. Como disse Churchil e tanto se diz desde então: “ A democracia é a pior forma de Governo, excetuando todas as demais” – dos males o menor ou diria o menor mal diante as tiranias e formas espúrias de dominação e exploração humanas.






Anos depois, agora, destarte dizerem que essa era uma geração coca-cola, alienada, foram às ruas na mobilização em protesto contra o aumento dos 0,20 centavos da passagem de ônibus, a princípio só em SP, depois estendendo ao Rio de Janeiro e demais lugares. Que se avolumou em todo país. O que parecia justo, eis que se agigantou trazendo em reboque vandalismo, o não direito de ir e vir embarreirando  vias importantes como a Dutra, em Congonhas, ponte Rio-Niterói, entre outras bem ou menos votadas. E ameaças de invasão de prédios públicos como a Prefeitura do Rio e em Brasília. E muito quebra-quebra, depredação pública de radicais de facções pela ruptura incendiando ou simples bandidos vândalos travestidos de manifestantes que vinham pra ser pacíficos. Eu vislumbrei acontecer isso em meio a tamanho volume de pessoas indo agora sem direção precisa.

Sempre achei que quando algo se fazer mal a todos, fazer mobilização específicas e em lugares específicos como foi a dita das diretas já. Se há o absurdo das PEC 33 aquela que deixa o Congresso rever atos do Supremo de inconstitucionalidade de Leis elaboradas pelo Congresso. Isso é perigoso, por ex. na época da queda do veto da Dilma pros Royaltes do Rio, o Renan Calheiros e seus comparsas doidos pra ver com esses recursos na  mão deles, iam derrubar. Podem fazer uma lei louca ou injusta e nos impingir, isso é coisa absurda demais! E da PEC 37 que limitam o poder de investigação do Ministério Público em investigações e claro com interesse de maus políticos. Um desplante lógico!


Ou seja, um movimento de tamanha magnitude e atitude têm que haver cabeças, rumo, prumo, formas cabíveis e concretas de levar a cabo isso, mas também o direcionamento correto se não fica só  aglomeração dificultando locomoção de quem quer ir trabalhar ou ir pra casa, de uma hidra de sete cabeças  que vira arruaça depredatória de alguns que não são poucos. E pior até de roubo. Ou de represálias como contra a FIFA E A Copa do Mundo. Radicalismo não leva a nada. Quando havia suspeitas de superfaturamento das obras dos estádios, ali devia ter havido a pressão e não ir contra quando o mundo se volta à organização ele no país e os custos já era. Infelizmente os partidos políticos não nos representam mais.

A  força da massa deve continuar, mas ordeira e organizada e não sistemática sem razão de ser, mas bem instrumentalizadas, direcionadas e focadas. Sempre se dizia que o brasileiro era cordato parcial em comparação aos estrangeiros em seus países que protestavam e bem diz a frase que deixamos de ser adormecidos em berço esplendido e ver que os seus filhos não fogem a luta. A nossa indignação e insatisfação bem posta e coloca a prova de haver mudanças significativas, deixarmos de sermos cordeiros em sacrifícios eternos. Mas, por favor, sem dificultar a vida de todos e indo em direção a uma realidade e justiça plausível e possível E sem agressividade de facções radicais ou aproveitadores do caos, trazendo choque contra o aparato policial que se fez feroz brutal infelizmente e pagou o pato até quem foi na paz, e até a trabalho em especial jornalistas que deveriam ser mais respeitados fazendo seus serviços pela informação. 





A revolução francesa se fez por conta de aumento dos Pães e a frase infeliz Maria Antonieta “ Se não tem pães, comam brioches”. Acabou que levou o povo a queda da Bastilha e daí  ao poder Robespierre que de forma burguesa apenas substituiu  a monarquia sem trazer revolução de fato ao povo. E isso que se deve ter cuidado.Nos anos 80, Lula veio como líder sindical a principio a favor dos trabalhadores e daí surgiu o PT. Mas no poder, foi coerente na economia, o que mais eu temia e na ética que eu esperava ter redundou em super corrupção - por que não houve mobilização contra esse descalabro?- do chamado mensalão como jamais vista nesse país – do jeito como ele gosta ao dizer das benesses de seu governo em detrimento de ter tido embasamento do país no Governo anterior que tanto repudia e que depois reelegeu ele e agora Dilma. Uma contradição e tanto, mas feita com a bolsa família, a  esmola de dependência oficial. Todo cuidado é pouco em lobos em pele de cordeiro.

Não se pode e não se deve voltar o slogan: É contra o Governo? soy contra! Não vale anarquia nem cizânia que é a ruptura do corpo social e governamental. A balbúrdia de baderneiros ou mesmo cordatos brecando o cotidiano de cidades e pessoas como norma não leva a um caminho seguro e eficaz. A manipulação de massas não pode ocorrer jamais. Mas é nas eleições que se  pode fazer e  mesmo uma mudança, apesar de parecer que na política só há joio nunca trigo. E fazermos nossa parte reivindicar, protestar se for o caso, mas sem a confusão e o caos em nosso país e em nossas vidas que deve seguir e não atordoar quem quer trabalhar e estudar – e afinal não esqueçam que tem os manifestantes fazer isso. A vida segue em prol de si, de suas famílias e da sociedade como um todo. Arregacem as mangas, bradar branda a voz do povo em paz, nas ruas ou escritórios, casas, internet, onde seja e vão à luta coletiva - mas as comuns também valem e muito!

E os slogans de outrora, fala de apelo das marchas e manifestações populares de antigamente ainda valem: "O povo unido jamais será vencido" e  "A luta continua". Sempre. mais do que nunca. Em ordem e pelo progresso como diz bem o lema de nossa bandeira...



 E VIDA QUE SEGUE
E COMO DIZ O SLOGAN ANTIGO:
A LUTA CONTINUA,
MAS COM ORDEM E JUSTIÇA!

"Vem pra rua" - já cantava o Rapa.

Brasil  diz quem paga pra ficar assim - já bradava Cazuza...

16 de junho de 2013

SEJA MINHA FLOR MINHA LUA


Você é uma flor, uma lua.
No meu jardim feito  uma rosa um jasmim que colho e recolho.
Você  é flor que se cheira, que se queira, inteira.
Você é flor que se cultive, que se cative... E em mim vive.

Mas não pra por num cativeiro, mas estufa de amor verdadeiro.
A plantar e  florescer .  Do seu ser após ser meu então...
Depois me tira do chão, me leva de táxi pra estação lunar,
De quando estiver a beira-mar em qualquer lugar.

Seja minha lua, dizendo-me: sou tua!
Meio menina meio mulher, que esteja na minha colher!
Bela Flor e baita lua,
Vem, me faz enraizar em seu solo de seu colo...

Vai! E me faz levitar na gravidade zero 
ao que me diz: 
- Degusta-me, te quiero! 
E eu... también!








12 de junho de 2013

PASSEAR, NAMORAR - NOTURNO A BEIRA MAR, BEIRA AMAR



Seguir pra passear na orla, em rala e rola,
namorar sob a luz do luar.
Palco arenoso, sobre a areia fina e fria da noite
sair de mãos dadas a se enlevar.


E do corpo no entrelaço
Num forte abraço em encalço
E nos beijos ardentes, no mormaço temperado pela brisa marítima.
E assim se vai noturna praia, na raia de precisão de emoção.



O sol é apenas o querer, o sal o gosto da pele,
Ao que impele ser bastante bom ao ponto de dizer:
UAU! Isso tá parecendo luau a dois e nada além.
De uma musicalidade de vozes que se fazem bem.

Sereia e elfo, em espumante colocar de pés n’água.
E ao que ouvindo o barulho das ondas ao quebra-mar,
O beira mar, vira beira-amar em par.
E o horizonte se encaixa de um casal a se apaixonar.

E uma fotografia eterniza esse momento crepuscular.






SAUDADES NAMORADEIRAS - AS PRACINHAS PALCOS DOS IDÍLIOS - LEMBRANDO NO DIA DOS NAMORADOS



            É no silêncio e na pasmaceira,
            da solidão em sequidão, uma vida sem nexo,       
            que vejo que a falta maior não é de sexo,
            que é só seqüência e conseqüência que vem conexo.      

           É a saudade namoradeira, do namoro, de namorar,
não propriamente de uma específica namorada.
De a cada toque de telefone, a espera ansiosa da voz,
que maviosa clamava a falta de mais-e-mais se ver-e-ter.

De mãos dadas, era um entrelaçar da união repartida,
do abraço feito laço selado na soalheira afeição.
Os beijinhos carinhosos e os beijões calorosos,
eram as puras expressões dos bons-quereres-bem.

            Os carinhos buscando as delícias sensoriais,
            para as sensações de êxtase e aproximação.
            No pontual encontro marcado, o ritual de enlevo:
            o portão virava portal pra outra dimensão,
            ao quintal que era o universo galáctico de nós dois.
            Só dos dois, ao fundo o mundo que ficava em segundo plano.  

E a pracinha era palco simplório do idílio,
e testemunha do pactual, dos projetos de futuro a dois.
Na entrega de cartões e poemas, declarações explícitas,
que éramos importantes, parte integrante da vida conjunta,
de alguém especial e essencial para nossas felicidades...

Medíocres? Insignificantes? Bah!  Danava-se nos considerar!
            E assim no meneio sem rodeios de sensibilidade extrema,
            bastava um olhar pra tudo enluarar. Falar pra enternecer.

            Agora vejo tantos a busca da luxúria, do sexo sem amor...
            Ser do tempo que ficar era permanecer, faz a saudade namoradeira                      
           Como do cinema com companhia em Madureira,
           da praça que se fazia com graça... 


Em Realengo 


& Guilherme da Silveira,


  PRIMÓRDIOS DO PRIMEIRO AMOR: 

Éramos tão contentes... e não dávamos conta!!!






O AMOR QUE DÁ CERTO - E POEMAS E MÚSICAS QUE EXALTEM ISSO





Músicas com letras de fossa e poesias de amores dilacerados fazem sucesso desde tempos.

Mas fico matutando: não é bom cantar e ler o que foi sucesso?

Escrever e compor o que faz o bem?

Muitas histórias lendárias e fictícias de amor acabaram trágicas, como Romeu & Julieta, Abelardo & Heloísa, Tristão & Isolda, Orfeu & Eurídice, entre outras - e daí? Na vida real pode não vir a ser.

Lembro de um dia fui numa churrascaria com música ao vivo e o cantor falando de que sendo dia dos namorados, iria cantar músicas ditas românticas, em série. Ao que cantava músicas tristes de separação. Como assim cara pálida? Acorda!

Ali haviam casais juntinhos como pombinhos, até então dando certo estando bem aparentemente. Como se identificar com casais desfeitos das canções?

E que vale ficar evocando o soneto da fidelidade dando a alguém como que dizendo: tenhamos um infinito enquanto dure. Preferi sempre o soneto do amor total do mesmo Vinicius. Afinal fala de algo e alguém que é amante e amigo numa sempre diversa realidade.

Ou seja, o que traz felicidade. E que pode persistir. Então poemas e letras podem e devem sim celebrar o que está ou pode dar certo. Ainda que haja as incertezas da vida.

Amor não tem que vir a rimar com dor sempre necessariamente. Amor com amor se paga e nisso não se apaga, mas se apega. Que rega com homenagens do amor dando certo ou pode vir dar.


Ser feliz - em constante enamorar, contínuo namorar.

Sempre estar por perto e que esse amor deu certo! 

Que seja até o fim com o sim.








3 de junho de 2013

QUANDO SE FAZ PRAGMÁTICO - PRAGMATISMO DE RESULTADOS



Há quem seja sonhador,
mas há quem seja  pragmático...
Prepondera a prática ação,
 para centrado no sucesso,
ou consenso  prazer da satisfação.

Nada demais assim o ser, a não ser quando:
Em vez dê ter senso de oportunidade, seja oportunista,
Em vez de atento interessado, ser interesseiro.
da prática necessidade e seu esteio. 
 
A verdade é que o mundo nos prega peças,
nos requer poder de reação,
Nos obriga a buscar posição
Solução mais simples objetiva
a mais segura possível realista.

Mais quando procuramos segurança pra sobrevivência.
Não cabe ser o único último idealista.
Sonhar é legitimo, mas não fora do ritmo.
Fazer das experiências êxito.

Trazer das consciências o bem feito.
Fazer das conseqüências o bom efeito.
E os resultados que nos convém ao leito.

Que nossos sonhos não morram nos íntimos:
E quando tenham encharcados de reais idealismos
venham impregnados em pontuais pragmatismos...





2 de junho de 2013

ENTRE SER OBJETIVO E TER OBJETIVO DE VIDA



TER OBJETIVO...

SER OBJETIVO.

Um com reticências, outro com ponto final em si.

Pois ter objetivo é um fator - a ser existente.

Porém ser objetivo é um fato - já inerente.

Todas na vida temos que ter objetivos. Quem não os tem? Só não tem quem já morreu em vida. Alguns se prendem, se perdem no caminho a obter eles. Mas quem não tem algo ou alguém e vive querendo o melhor para si ou a quem quer dividir no que vem, ao construir, a conquistar? Ai encasqueta o sonhar querendo objetivando! Planejando certinho ou indo aos trancos e barrancos.

Mas nem todos na lida sabem ser objetivos. Esse tem determinação, e determina a ação, cria sua diretriz, traça seus planos como um cozinheiro frio consumindo de seu prato quente, um costureiro costurando seus tecidos criando a forma, o formato. Por mais complexo seja a mais. Muitas vezes depara-se com o difícil e a dificuldade, mas tem a mentalidade a traçar, não travar.

O mundo no fundo é dos objetivos. Algumas vezes até ávidos, rígidos, implacáveis, inflexíveis, enxergam onde se está e aonde querem encaminhar chegar. Em concursos, em cursos, em concepções concretizadas, em empreendimentos e entendimentos. Até no amor e amizade não espere nada mais de alguém que se ocupa e preocupa com razão e resultados e nisso são até meio calculistas realistas. Quem é objetivo não sucumbe fácil na direção, redireciona se preciso.

Mas quem tem objetivos sem ser objetivo, pode buscar fazer do seu jeito, tirar do fundo de si um objetivo com objetividade, ainda que não seja de sua essência. Porque quem quer chegar a reta de chegada em concretização, não pode se estagnar achando que tudo se encaixa só por si só. Como diz a canção: “Vem vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Que pode parecer idealismo, mas está mais pro realismo.

Na linha de ação – consumação - ter realização.

Na rinha da reação – mentalização - ser redenção...

TER OBJETIVOS É PRECISO.

SER OBJETIVO É PRECISÃO.


“Tenha objetivos: seja objeto de sua transformação. Quem objetiva, sente e faz  enreda mais viva a vida em sua formação.” ( Sergio Matos de Souza )





UM VÍDEO FALANDO DOS OBJETIVOS NA
VIDA COTIDIANA